págs. 3-13
Nadja: um diálogo entre a psicanálise e o surrealismo
págs. 14-28
Pequenas marcas em livros da desrazão: Fernando Pessoa, leitor da Biblioteca Nacional de Lisboa (hoje de Portugal)
págs. 29-44
Meu nome daria um romance: a função da autoria e seus limites em Romain Gary
págs. 45-59
Surtos e murmúrios: a insensatez da escrita em Sylvia Plath
págs. 60-74
Um equilibrista na ponte: a experiência-limite de Kafka
págs. 75-91
págs. 92-108
págs. 109-125
Existir onde não há: o herói fáustico nos “rodamunhos” de loucura do sertão
págs. 126-141
Diante da vitrine do moderno: João do Rio e Jacques Rancière
págs. 142-158
págs. 159-168
O bordado no livro infantil: questões de materialidade e intermidialidade
págs. 169-183
As plataformas de autopublicação e o circuito da cultura: o caso A Barraca do Beijo
págs. 184-198
MARTINS, Ana Cecilia Impellizieri. O homem que aprendeu o Brasil: a vida de Paulo Rónai. São Paulo: Todavia, 2020. 384 p.
págs. 199-203




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