Embroidery has been used to illustrate children's books as a reflection of contemporary artistic production that has made use of several initiatives which highlight and re-evaluate the role of textile arts in visual productions. The aim of this article is to examine the use of embroidery materiality in the illustrations of some works of literature for children, such as Menino do Rio Doce (1996), Ponto a ponto (2006), A Menina que falava bordado (2010), Este não é um livro de princesas (2014), and Os bordados da vovó (2017). As a methodology of analysis, the such will be examined according to the reflections of Claus Clüver (2011) and Irina Rajewsky (2012) on intermediality. Finally, we seek to encourage discussions about the contribution of handmade illustration techniques, such as embroidery, to the study of the relationship between word and image in publications aimed at children.
O bordado tem sido usado para ilustrar livros infantis como reflexo de uma produção artística contemporânea que tem lançado mão de diversas iniciativas que destacam e reavaliam o papel das artes têxteis nas produções visuais. Objetiva-se com este artigo examinar o uso da materialidade do bordado livre nas ilustrações de algumas obras de literatura para crianças, tais como Menino do Rio Doce (1996), Ponto a ponto (2006), A menina que falava bordado (2010), Este não é um livro de princesas (2014) e Os bordados da vovó (2017). Como metodologia de análise, as obras serão examinadas segundo a intermidialidade de Claus Clüver (2011) e Irina Rajewsky (2012). Por fim, busca-se fomentar discussões a respeito da contribuição de técnicas artesanais de ilustração, como o bordado livre, para os estudos das relações imagem e palavra das publicações voltadas para crianças.
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