"Milagres do Brasil são": a sátira ao amor freirático nas letras seiscentistas
págs. 6-26
págs. 27-49
págs. 50-78
Uma visão panorâmica do humor e do riso na literatura espanhola: da idade média a Miguel de Cervantes
págs. 79-99
págs. 100-118
Leitura teórico-crítica sobre o humor galego-português: o riso e o siso no jogo retórico-poético da sátira medieval peninsular
págs. 119-134
“Por que rimos do que eles dizem?”: reflexões sobre a presença da comédia de Molière nos palcos brasileiros
págs. 135-155
págs. 157-171
págs. 172-191
págs. 192-210
págs. 211-231
Murilo Mendes à procura de um sabiá com certidão de idade: “Canção do exílio” e Modernismo
págs. 232-250
Cordel, riso e crítica social: contribuições para o ensino de literatura
págs. 251-278
A ganância (e a luxúria) do ricomen afonsino que pisa “as azeitonas que foran de Don Xacafe”: uma leitura desconfiada da cantiga “Tanto sei de vós, ricomen: pois fordes na alcaria”
págs. 279-293
págs. 294-312
Brás Cubas’s playful nihilism: Machado de Assis laughs at the voluptuosity of nothingness
págs. 313-332
Por que e como certos poemas fazem rir? Uma leitura de Poema-piada: breve antologia da poesia engraçada
págs. 333-347
págs. 348-374
Os dragões enfermos: literatura e doença em Caio Fernando Abreu
Nícollas Cayann Teixeira Dutra
, Juliana Prestes de Oliveira
, Anselmo Peres Alós
págs. 375-394
Dizendo o indizível: testemunho da aniquilação do homem em É isto um homem?
págs. 395-420
págs. 421-439
págs. 439-460
págs. 461-491
págs. 492-517
“Esqueça tudo que você ouviu sobre a África”: uma breve análise de Aya de Yopougon, de Marguerite Abouet
págs. 518-540
Convocando “budas” para se esquivar da opressão: poesia, espiritualidade e crítica social em “Convoque seu Buda” e “Esquiva da Esgrima” de Criolo
págs. 541-560
Florescência textual e recursos sociais: notas sobre a Islândia medieval
págs. 561-589




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