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Experiencias de alfabetización académico-disciplinar multilingües preuniversitarias y universitarias de estudiantes indígenas

    1. [1] Universidad Autónoma del Estado de Quintana Roo
  • Localización: Educación y Humanismo, ISSN 0124-2121, Vol. 27, Nº. 48, 2025 (Ejemplar dedicado a: Enero - junio)
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Indigenous students’ K-12 and college-level multilingual academic and disciplinary literacy experiences
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo: describir las experiencias de alfabetización académico-disciplinar preuniversitarias y univer-sitarias de estudiantes indígenas en maya, español e inglés en un contexto multilingüe. Metodología: se entrevistaron a 15 participantes, futuros antropólogos, docentes de español y de inglés. Se usó la codificación fenomenográfica en equipo por descubrimiento. Resultados: las experiencias variaron; sobresalen la alfabetización como disparador de emociones negativas y enfermedades, el vocabulario especializado y la lectura y escritura intertextuales en español como fuentes de dificultades, la ausencia de enseñanza dialógica para la transformación de saberes y el aislamiento entre las prácticas alfabetizadoras en diferentes lenguas. El maya permaneció relegado a una enseñanza gramatical. La enseñanza preuniversitaria no atendió las prácticas intertextuales y escasamente la argumentación. La universidad fue un escenario de mejores experiencias cimentadas en buenas prácticas de alfabetización académica. Solo en los niveles preuniversitarios y solo en inglés y maya se escribió para audiencias extraescolares. Los participantes desplegaron prácticas agentivas de colaboración, autorregulación emocional y transformación de saberes. Algunos concibieron la alfabetización disciplinar como apropiación de modos de razonamiento especializados, casi exclusivamente en español. Conclusiones: es importante destacar la necesidad de atender las particularidades lingüísticas y emocionales de los estudiantes indígenas, enfatizando las prácticas argumentativas intertextuales, la transformación de saberes y las prácticas translinguales.

    • English

      Objective: to describe K-12 and tertiary academic and disciplinary literacy experiences of indigenous students in three languages—Maya, Spanish, and English—in a multilingual context. Methods: 15 undergraduates majoring in Anthropology were interviewed, Spanish Language Teaching, and English Language Teaching. The interviews were coded using a phenomenographic team-based, discovery approach. Results: a variation in experiences was found. Literacy triggered highly negative emotions and illness. Specialized vocabulary and intertextual reading/writing were perceived as difficult. Participants experienced an absence of dialogical teaching that would lead to knowledge transformation. Literacy in each language is treated in isolation. Maya literacy remained mostly focused on grammar. K-12 teaching does not address intertextuality and teaches argumentation poorly, and only in Spanish. The university was generally a scenario of better academic literacy practices. However, it was only in K-12 education that some participants wrote for out-of-school audiences. Nevertheless, the participants deployed agentive practices of collaboration and emotional self-regulation. Some understood disciplinary literacy as the appropriation of specialized ways of thinking, but almost exclusively in Spanish. Conclusions: it is important to highlight the need for interventions addressing indigenous students’ linguistic and emotional needs, intertextual and argumentative practices, knowledge transformation, and translingual practices.

    • português

      Objetivo: descrever as experiências de literacia académico-disciplinar pré-universitária e universitária de estudantes indígenas em maia, espanhol e inglês num contexto multilingue. Metodologia: Foram entrevistados 15 participantes, futuros antropólogos, professores de espanhol e de inglês. Foi utilizada a codificação fenomenográfica em equipa por descoberta. Resultados: as experiências foram variadas; destacaramse a literacia como desencadeadora de emoções negativas e doenças, o vocabulário especializado e a leitura e escrita intertextual em espanhol como fontes de dificuldades, a ausência de um ensino dialógico para a transformação do conhecimento e o isolamento entre as práticas de literacia em diferentes línguas. O maia ficou relegado ao ensino gramatical. O ensino pré-universitário não prestou atenção às práticas intertextuais e quase não deu atenção à argumentação. A universidade foi o palco de melhores experiências baseadas em boas práticas de literacia académica. Só nos níveis pré-universitários e apenas em inglês e maia se escrevia para públicos extra-escolares. Os participantes utilizaram práticas agentivas de colaboração, autorregulação emocional e transformação do conhecimento. Alguns conceberam a literacia disciplinar como a apropriação de modos de raciocínio especializados, quase exclusivamente em espanhol. Conclusões: é importante destacar a necessidade de atender às particularidades linguísticas e emocionais dos alunos indígenas, enfatizando as práticas argumentativas intertextuais, a transformação do conhecimento e as práticas translíngues.


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