This study aims to analyze the differences in self-efficacy in higher education and self-regulationlearning, as well as to identify the relationship between self-efficacy (SE), self-regulationlearning (SRL), and academic performance self-perceived by engineering undergraduates. Thisstudy was conducted using 217 Brazilian engineering undergraduates, aged between 18 to 51years old, 64.1% of the students were men and 79.7% were taking classes during the day. Thedata was collected using the Higher Educational Self-Efficacy Scale (HESES), the Inventory ofSelf-Regulation Learning (ISRL), and the characterization questionnaire that inquired thestudents to describe their self-perceived academic performance on a scale varying from 0 to 10.The results showed that men reported a high level of academic self-efficacy. The students whosemothers have low academic backgrounds reported a high level of academic management selfefficacy,and the students enrolled in night classes described a high level of ISRL. There was botha moderate and positive relationship between the SE levels and the SRL levels, as well as,between the SE scores and the self-perceived academic performance. However, a low positiverelationship between the SRL levels and the self-perceived achievement are reported. Accordingto the impact of SRL, SE, and self-perceived academic performance on academic success suggestthat interventions that promote self-efficacy, and self-regulation learning of engineeringundergraduates are important to increase retention and academic success in university students.
Este estudo tem como objetivos analisar diferenças na autoeficácia na formação superior (AEFS)e na autorregulação da aprendizagem (ARA) de estudantes de Engenharia, considerando sexo,escolaridade dos pais e turno que estão matriculados e identificar a relação entre AEFS, ARA e apercepção de desempenho acadêmico. O estudo foi realizado com 217 estudantes brasileirosmatriculados em cursos de engenharia, com idades entre 18 e 51 anos, 64.1% dos participanteseram homens e 79.7% frequentavam o período diurno. Os dados foram coletados por meio daEscala de Autoeficácia no Ensino Superior (EAEFS), do Inventário de Aprendizagem deAutorregulação (IPAA) e do questionário de caracterização que solicitava aos estudantes quedescrevessem sua percepção sobre o desempenho acadêmico, a partir de uma escala de 0 a 10pontos. Os resultados mostraram que os homens apresentaram nível mais alto de autoeficáciaacadêmica; estudantes cujas mães têm baixa formação acadêmica relataram nível alto deautoeficácia na gestão acadêmica; e os matriculados no período noturno descreveram resultadoelevado de ARA. Houve uma relação moderada e positiva entre os níveis de AEFS e os de ARA,bem como, entre os resultados de AEFS e a percepção de desempenho acadêmico. É relatadacorrelação baixa e positiva entre os níveis de ARA e a percepção de desempenho. Considerando oimpacto da ARA, AEFS e da percepção de desempenho acadêmico no sucesso acadêmico,entende-se que as intervenções que promovem a autoeficácia e a autorregulação da aprendizagemde estudantes de engenharia são importantes para a permanência e o sucesso acadêmico
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