Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


a escrita e a oralidade na escola como potência na formação humana: conversações entre kopenawa, sêneca e filosofia com crianças

  • Autores: Betina Schuler, Maria Alice Gouvêa Campesato
  • Localización: Childhood & Philosophy, ISSN-e 1984-5987, Vol. 20, Nº. 0, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • la escritura y la oralidad en la escuela como potencial en la formación humana: conversaciones entre kopenawa, séneca y filosofía com ninõs
    • writing and orality at school as a power in human education: conversations between kopenawa, sêneca and philosophy with children
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este texto trata sobre un experimento en la formación de profesoras de educación infantil y de los primeros años de la enseñanza básica de una escuela pública de la región metropolitana de Porto Alegre (RS), a través de prácticas de lectura, escritura y conversación, las cuales se desplegaron también en una propuesta con los niños. Tal proceso se elaboró en compañía de Séneca (2018), con su concepto de lectura y escritura; de Kopenawa (Kopenawa; Albert, 2015), a partir del concepto de palabra; y de Foucault (2004, 2011), considerando el concepto de subjetivación. Este experimento, que ocurrió en el encuentro entre la escritura y la oralidad, se tomó para reflexionar sobre posibles contribuciones a los estudios que componen la filosofía con niños. En este sentido, leer, escribir y contar historias tendrían menos que ver con información, y más con lo que nos estamos transformando, con la agilidad de nuestro pensamiento, con nuestra sabiduría.De este modo, conceptos de la antigüedad greco-romana y de las comunidades amerindias brasileñas se toman como herramientas potentes para pensar la escuela contemporánea como una posibilidad, aún, de formación humana. Para ello, se defiende la conversación entre los vivos y los muertos a través del texto en la escuela, espacio público y colectivo, lo que podría tomarse como una perspectiva de subjetivación para un pensamiento y una vida más afirmativos en tiempos de tanta pobreza narrativa.

    • English

      This text addresses an experiment involving reading, writing, and speaking practices during the training of teachers of early childhood and early grades at a public school in the metropolitan region of Porto Alegre (RS), which were extended as well to children. This process was thought along with the concept of reading and writing of Seneca (2018), with the concept of word of Kopenawa (Kopenawa; Albert, 2015), and considering the concept of subjectivation of Foucault (2004, 2011). The experimentation, which was enabled by approaching writing and orality, was a starting point to think about contributions to studies on philosophy with children. In this sense, reading, writing, and telling stories would have less to do with information, and more with what we are becoming, with the agility of our thinking, with our wisdom. Concepts from Greco-Roman antiquity and Brazilian Amerindian communities were taken as powerful tools to think about human education in a contemporary school as a possibility. To this end, the conversation between the living and the dead was emphasized, considering the use of texts in the public and collective spaces of the schools as a perspective of subjectivation for more assertive thinking and lives in times of poor narratives.

    • português

      Este texto trata de uma experimentação na formação de professoras da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental de uma escola pública da região metropolitana de Porto Alegre (RS), por meio de práticas de leitura, escrita e conversação, as quais se desdobram em experimentações com as crianças. Tal processo é pensado nas companhias de Sêneca (2018), com seu conceito de leitura e escrita, de Kopenawa (Kopenawa; Albert, 2015), a partir do conceito de palavra, e de Foucault (2004, 2011), considerando-se o conceito de subjetivação. Tal experimentação, que se deu no encontro entre a escrita e a oralidade, foi tomada para pensar nas contribuições para os estudos que compõem a filosofia com crianças. Nesse sentido, a leitura, a escrita e a contação de histórias teriam menos a ver com informações, e mais com o que estamos nos tornando, com a agilidade do nosso pensamento, com nossa sabedoria. Desse modo, conceitos da antiguidade greco-romana e das comunidades ameríndias brasileiras são tomados como ferramentas potentes para pensar a escola contemporânea como possibilidade, ainda, de formação humana. Para tanto, defende-se a conversação entre os vivos e os mortos via texto na escola, espaço público e coletivo, o que poderia ser tomado como uma perspectiva de subjetivação para um pensamento e uma vida mais afirmativos em tempos de tanta pobreza narrativa.

Los metadatos del artículo han sido obtenidos de SciELO Brasil

Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno