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os currículos da educação infantil e o problema da participação

  • Autores: Sammy William Lopes, Janete Magalhães Carvalho
  • Localización: Childhood & Philosophy, ISSN-e 1984-5987, Vol. 20, Nº. 0, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • el currículo de educación infantil y el problema de la participación
    • early childhood education curriculums and the problem of participation
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo aborda la relación entre el proceso de producción curricular en la educación infantil y el problema de cómo y por qué la infancia puede/debe participar activamente en dicho proceso. Su desarrollo muestra el poder de pensar esta relación problemática desde un concepto de participación que se compromete política y afirmativamente con la fuerza de la diferencia, inmanente a los encuentros que el cuerpo infantil traza con el mundo. Esta fuerza suele desplegarse en las experiencias lúdicas a través de las cuales se concibe el ser de la infancia como un modo singular de subjetivación, en el fluir de la práctica educativa, inclusiva. Utilizando el enfoque teórico-práctico de la Filosofía de la Diferencia, el ensayo produce un estudio sobre la necesidad de promover ejercicios curriculares de carácter cualitativamente diferencial para los procesos de educación infantil; evidenciando como resultado posibilidades de pensar el problema de la participación más allá del enfoque común/tradicional sugerido por la Base Curricular Común Nacional (2018). Se concluye que la acción de participar se configura como un artificio conceptual fundamental, ya que permite tejer movimientos curriculares más potentes y efectivos al acoger el ser mismo de la infancia, es decir, su poder de diferenciación, como motor de propulsión en el desarrollo del acto de educar.

    • português

      O artigo trata da relação entre o processo de produção dos currículos na educação infantil e o problema acerca de como e por que a infância pode/deve participar ativamente de tal processo. Desenvolve-se mostrando a potência de se pensar a referida relação problemática desde um conceito de participação comprometido política e afirmativamente com a força da diferença, imanente aos encontros que o corpo infante traça com o mundo. Força esta que, de modo habitual, se desdobra nas experiências brincantes por meio das quais o ser da infância se concebe enquanto modo singular de subjetivação, no fluxo do fazer educador, inclusive. Utilizando-se da abordagem teórico-prática da Filosofia da Diferença, o ensaio produz um estudo acerca da necessidade de se promover exercitações curriculares de natureza qualitativamente diferencial para os processos de educação da infância; evidenciando, como resultado, possibilidades de se pensar o problema da participação para além da abordagem corriqueira/tradicional sugerida pela Base Nacional Comum Curricular (2018). Conclui que a ação de participar se configura como um artifício conceitual fundamental, uma vez que permite tecer movimentos curriculares mais potentes e efetivos ao acolher o próprio ser da infância, isto é, sua potência de diferenciação, como motor de propulsão no desenvolvimento do ato de educar.

    • English

      The article presents the relationship between the process of curriculum production in early childhood education and the problem of how and why childhood can/should actively participate in such a process. It is developed by showing the power of thinking about this problematic relationship from a concept of participation that is politically and affirmatively committed to the force of difference, immanent to the encounters that the infant body traces with the world. This force usually unfolds in the playing experiences through which the being of childhood is conceived as a singular mode of subjectivation, in the flow of educational practice, inclusive. Using the theoretical-practical approach of the Philosophy of Difference, the essay presents the need to promote curricular exercises of a qualitatively differential nature for the processes of childhood education; evidencing, as a result, possibilities of thinking about the problem of participation beyond the commonplace/traditional approach suggested by the National Common Curricular Base (2018). It concludes that the action of participating is configured as a fundamental conceptual artifice, since it increases the weaving of powerful and effective curricular movements by welcoming the very being of childhood, that is, its power of differentiation, as a motor of propulsion in the development of the act of educating.

Los metadatos del artículo han sido obtenidos de SciELO Brasil

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