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The emergence of emergent philosophizing: preliminary notes

  • Autores: Helena Theodoropoulou, Sofia Nikolidaki
  • Localización: Childhood & Philosophy, ISSN-e 1984-5987, Vol. 13, Nº. 26, 2017 (Ejemplar dedicado a: jan./apr.), págs. 153-165
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • La emergencia de momentos filosóficos emergentes y la filosofía emergente (emphil): notas preliminares
    • A "emergência" de momentos filosóficos emergentes e a filosofia emergente (emphil): notas preliminares
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo pretende introducir la idea de Filosofía Emergente (EmPhil) como un modo de nombrar, describir, desarrollar y comprender el proceso de tener momentos filosóficos que ocurren instantáneamente y que vienen directamente de los niños en el aula. La conceptualización de EmPhil se basa teóricamente en filosofías que exploran el proceso de pensamiento como emergencia, entendido como una práctica y un modo de vida. EmPhil es un concepto pedagógico actual que aún se está desarrollando - moldeando nuestra experiencia en el aula y siendo, a su vez, remodelado por ésta, dedicándose así a una práctica que permite que el pensamiento de los niños (y también el del maestro) se abra a las ideas filosóficas. EmPhil es una forma de asombro y epifanía, y depende de los adultos: a) reconocer y acoger estos momentos emergentes, y reconocer las ideas filosóficas y pre-filosóficas contenidas en ellos a través de la observación y el diálogo, b) abrir un mayor espacio entre las actividades organizadas para permitir que estos momentos emerjan; y c) mantener una actitud receptiva al pensamiento de los niños para evitar que se sientan perdidos, subestimados o que pasan desapercibidos. EmPhil abre un espacio pedagógico para que los niños vean que sus propios pensamientos son lo suficientemente importantes como para ser reconocidos, cuestionados y discutidos sin ser dejados de lado. EmPhil celebra el instante, lo espontáneo, lo inconcluso y el proceso de pensamiento que se transforma y se desarrolla constantemente en el marco dialógico provisto por la filosofía para/con niños. Como tal, EmPhil forja un lazo creativo entre la filosofía y la pedagogía que aún no ha sido totalmente explorado.

    • English

      This paper aims at introducing the idea of Emergent Philosophizing (EmPhil) as a way of naming, describing, developing and further understanding the occurrence of philosophical insights among children in the classroom. The conceptualization of EmPhil is theoretically grounded in philosophies that explore the process of thinking as emergence, as a form of praxis, and as a way of life. Emergent philosophizing is an ongoing pedagogical concept that is still developing--both shaping and being reshaped by our experience in the classroom, dedicated as it is to a form of practice that allows children’s thinking (but also the teacher’s thinking) to unblock and unlock philosophical ideation. EmPhil is a form of wonder and epiphany, and it is up to adults to: a) recognize and welcome these emerging moments, and to recognize the philosophical or pre-philosophical ideas contained within them, through observation and dialogue, b) open up more space within organized activities for them to emerge; and c) maintain a responsive attitude toward’s children’s thinking, such that they are never lost, undervalued, or unnoticed). EmPhil opens a pedagogical space for children in which to view their own thoughts as important as needing to be acknowledged, questioned, discussed and not left aside. EmPhil celebrates the instant,, the fresh,, the unfinished,, and the ongoing process of thinking that keeps changing and developing in the dialogical setting that philosophy for/with children provides. As such, EmPhil forges a creative bond between pedagogy and philosophy that is not as yet fully explored.

    • português

      Esse artigo pretende introduzir a ideia de Filosofia Emergente (EmPhil) como um modo de nomear, descrever, desenvolver e compreender o processo de ter momentos filosóficos que ocorrem instantaneamente e que vêm diretamente das crianças em sala de aula. A conceptualização de EmPhil se baseia teoricamente em filosofias que exploram o processo de pensamento como emergência, entendido como uma prática e um modo de vida. EmPhil é um conceito pedagógico atual que ainda está se desenvolvendo - moldando nossa experiência na sala de aula e sendo, ao mesmo tempo, remodelado por ela, dedicando-se, assim, a uma prática que permite que o pensamento das crianças (e também o do professor) se abra às ideias filosóficas. EmPhil é uma forma de espanto e epifania, e depende dos adultos: a) reconhecer e acolher esses momentos emergentes, e reconhecer as ideias filosóficas e pré-filosóficas contidas neles através da observação e do diálogo, b) abrir um espaço maior entre as atividades organizadas para permitir que esses momentos possam emergir; e c) manter uma atitude receptiva ao pensamento das crianças para evitar que se sintam perdidas, subestimadas ou que passem desapercebidas. EmPhil abre um espaço pedagógico para que as crianças vejam que seus próprios pensamentos são suficientemente importantes para ser reconhecidos, questionados e discutidos sem ser deixados de lado. EmPhil celebra o instante, o espontâneo, o inconcluso e o processo de pensamento que se transforma e se desenvolve constantemente no âmbito dialógico fornecido pela filosofia para/com crianças. Desta forma, EmPhil forja um laço criativo entre a filosofia e a pedagogia que ainda não foi totalmente explorado.

Los metadatos del artículo han sido obtenidos de SciELO Brasil

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