Colombia
En este artículo de reflexión se tuvo en cuenta que las teorías críticas han hecho necesario transformar el currículo convencional de las ciencias a uno de carácter crítico. Esto ayuda a los estudiantes a alcanzar una alfabetización científica crítica para la acción social y política, que les permite no solo tomar conciencia de las problemáticas científicas y ambientales, sino también diseñar e implementar planes de acción tendientes a construir la solución más apropiada. En esta perspectiva curricular, los aprendices se consideran jóvenes ciudadanos que luchan por lo justo, lo bueno y lo correcto, así como por un desarrollo ambientalmente sostenible. La educación en ciencias desde este marco teórico crítico se asume como un escenario pedagógico democratizador y catalizador del desarrollo individual y la transformación social. Para materializar este currículo emancipador, se debe diseñar e implementar una propuesta de enseñanza que brinde a los infantes y jóvenes ciudadanos la oportunidad de comenzar a construir no solo una cultura científica, sino también una cultura de la acción sociopolítica. En este sentido, las actividades de aprendizaje que representan los contenidos de las ciencias naturales y sociales-humanas se secuencian a través de un modelo configurado por las fases de modelado, guía práctica y aplicación. Este modelo les permite a los estudiantes moverse desde una educación focalizada en la toma de conciencia de los problemas sociocientíficos y ambientales, a la planeación, la ejecución y la evaluación de las acciones sociopolíticas necesarias para solucionar dichas problemáticas.
In this reflection article, we considered that critical theories have given rise to the need to transform the conventional science curriculum into a critical one. This helps students to achieve critical scientific literacy for social and political action, which allows them not only to become aware of scientific and environmental problems, but also to design and implement action plans to build the most appropriate solution. In this curricular perspective, learners are considered young citizens who fight for what is just, good, and correct, as well as for environmentally sustainable development. Science education, from this critical theoretical framework, is assumed as a democratizing pedagogical scenario and a catalyst for individual development and social transformation. To materialize this emancipatory curriculum, a teaching proposal must be designed and implemented that provides infants and young citizens with the opportunity to begin to build not only a scientific culture, but also a culture of sociopolitical action. In this sense, the learning activities that represent the contents of the natural and social-human sciences are sequenced through a model configured by the phases of modeling, practical guidance and application. This model allows students to move from an education focused on raising awareness of socio-scientific and environmental problems, to the planning, execution and evaluation of the socio-political actions necessary to solve these problems.
Neste artigo de reflexão, considerou-se que as teorias críticas geraram a necessidade de transformar o currículo de ciências convencional para um de natureza crítica. O que foi mencionado acima ajuda os alunos a alcançar uma alfabetização científica crítica para a ação social e política, permitindo-lhes não só tomar consciência dos problemas científicos e ambientais, mas também projetar e implementar planos de ação para construir a solução mais adequada. Nessa perspectiva curricular, os aprendizes são considerados jovens cidadãos que lutam pelo que é justo, bom e correto, bem como pelo desenvolvimento ambientalmente sustentável. A educação em ciências a partir deste referencial teórico crítico, assume-se como um cenário pedagógico democratizador e catalisador do desenvolvimento individual e da transformação social. Para materializar este currículo emancipatório, é necessário conceber e implementar uma proposta de ensino que proporcione às crianças e aos jovens cidadãos a oportunidade de começarem a construir não só uma cultura científica, mas também uma cultura de ação sociopolítica. Nesse sentido, as atividades de aprendizagem que representam os conteúdos das ciências naturais e sociais-humanas são sequenciadas através de um modelo configurado pelas fases de modelagem, orientação prática e aplicação. Este modelo permite que os alunos passem de uma educação focada na sensibilização para os problemas sociocientíficos e ambientais, para o planeamento, execução e avaliação das ações sociopolíticas necessárias à resolução desses problemas
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