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Cinema, documentários e jornalismo: os impactos da imagem no sujeito

  • Autores: Nilton Marlúcio Arruda
  • Localización: Aportación interdisciplinar a los retos de la comunicación y la cultura en el siglo XXI / coord. por Nuria Muñoz Fernández, Ana María Ortega Pérez, Julieti Sussi de Oliveira, 2018, ISBN 978-84-17270-77-3, págs. 107-124
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Desde a Antiguidade clássica o fenômeno da imagem provoca reflexões a respeito de seus impactos no indivíduo. A relação dos apelos visuais com a verdade do mundo real e as sombras da realidade a partir do que é projetado têm ocupado sistematicamente debates sobre o papel da imagem no desenvolvimento dos sujeitos comuns. Imagem é um fator de civilização ou pode ser utilizada para encobrir a verdade? Da “Caverna de Platão”, em A República, ao jornalismo contemporâneo, que funções a imagem tem exercido junto às pessoas? Representação ou imitação do real? A proposta deste artigo é refletir sobre a utilização de imagens pela comunicação social. Assim, foram analisadas seis obras cinematográficas nas quais os critérios para a exposição das imagens são bastante rigorosos, muito em função das questões citadas acima. Saul Fia (László Nemes), Shoah, O último dos injustos, The Karski Report - O Relatório Karski - (Claude Lanzmann), Hitler: Um filme da Alemanha (Hans Jürgen Syberberg) e A imagem que falta (Rithy Pahn) são os filmes e documentários objetos deste estudo. Após a análise sobre o papel da imagem como testemunho da história, a discussão remete ao jornalismo que se pratica nos dias de hoje, considerando-se os mesmos questionamentos: representa ou imita a realidade? Que funções são exercidas sobre o leitor e que sentimentos são provocados no indivíduo?


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