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Presentación [Formación Dual Universitaria y Prácticum]

    1. [1] Universidad del País Vasco/Euskal Herriko Unibertsitatea

      Universidad del País Vasco/Euskal Herriko Unibertsitatea

      Leioa, España

    2. [2] Universidad de Málaga

      Universidad de Málaga

      Málaga, España

    3. [3] University of Cologne

      University of Cologne

      Kreisfreie Stadt Köln, Alemania

  • Localización: Revista Prácticum, ISSN 2530-4550, Vol. 11, Nº. 1 (Enero-Junio), 2026 (Ejemplar dedicado a: Dual universitaria y prácticum), págs. 6-7
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Apresentação da monografia "Formação Dupla Universitária e Estágio Prático"
    • Presentation of the Monograph ‘Dual University Education and Work Placement’
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La Revista Prácticum, impulsada por su compromiso con la vanguardia de las prácticas profesionales, invita a sus lectores a sumergirse en este monográfico titulado "Formación Dual Universitaria y Prácticum". Este volumen se presenta como un viaje necesario para cerrar la brecha entre el aula y el mundo profesional, proponiendo un modelo pedagógico donde la empleabilidad se convierte en el corazón de la calidad académica. Lejos de las prácticas convencionales, la formación dual —o en alternancia— exige una corresponsabilidad valiente entre la universidad y la entidad colaboradora, transformando a las empresas en auténticos agentes co-formadores con la capacidad de enseñar contenidos del currículo con validez académica.

      Para entender el potencial transformador de este modelo, es esencial redescubrir sus raíces históricas. El trabajo de Karl Steffens nos guía por la evolución alemana, desde los gremios medievales hasta la consolidación del exitoso Modelo de Stuttgart en 1972, que llevó la formación dual a la educación superior. Esta mirada internacional cobra una nueva dimensión con el análisis de Manuela Raposo-Rivas, Norma Torres-Hernández y Bartolomé Pina, quienes revelan que España ya fue pionera con sus planes de 1931 y 1967. Aquellos antecedentes, que incluían prácticas remuneradas y proyectos compartidos, sitúan a la tradición hispana en una posición de vanguardia histórica que hoy recobra todo su sentido.

      La implementación efectiva de estos modelos en el siglo XXI requiere herramientas de comunicación precisas, como las guías docentes. La investigación de Jesica Abalo, Olaya Santamaría y Miguel Ángel Barberá analiza las directrices de los Trabajos Fin de Grado (TFG) y Máster (TFM), señalando la urgencia de unificar criterios que aseguren la calidad formativa en el entorno laboral. Como respuesta a estos desafíos, el monográfico destaca el caso de éxito de la Universitat d’Andorra analizado por Sònia Gili, Bárbara Cerrato-Rodríguez, Alexandra Saz y Virginia Larraz. Su modelo de evaluación por competencias, basado en una retroalimentación continua o feedforward, demuestra que la alineación entre los objetivos universitarios y la realidad de los centros de trabajo es el ingrediente secreto para una formación de alta calidad.

      El éxito de este andamiaje educativo depende, de manera fundamental, de sus agentes humanos. Marta Virgós, María del Henar Pérez, José Miguel Arias y Joaquín Lorenzo Burguera ponen el foco en el tutor de empresa, reclamando una formación pedagógica específica que les permita diseñar planes formativos y evaluar el aprendizaje con rigor. Esta dimensión humana y práctica cobra vida en la experiencia descrita por Josué Prieto-Prieto, Miguel Madruga y Francisco José Ascenso, quienes demuestran cómo la alternancia en Educación Infantil fortalece la vocación docente y permite al estudiantado dominar competencias complejas en contextos reales.

      En definitiva, este monográfico es una invitación a reflexionar sobre la formación dual como una metodología transformadora. A través de sus seis ejes temáticos —desde la normativa hasta la tutoría digital—, se consolida un marco de intercambio que estrecha el vínculo entre las instituciones educativas y el mercado laboral. Esta publicación no busca ser una mera recopilación de artículos, sino un motor de cambio para garantizar una educación superior socialmente comprometida, adaptada a los desafíos de un mundo en constante evolución y redactada en tres idiomas para fomentar el diálogo internacional.

    • português

      A Revista Prácticum, impulsionada pelo seu compromisso com a vanguarda das práticas profissionais, convida os seus leitores a mergulhar nesta edição monográfica intitulada «Formação Dual Universitária e Prácticum». Este volume apresenta-se como uma viagem necessária para colmatar a lacuna entre a sala de aula e o mundo profissional, propondo um modelo pedagógico em que a empregabilidade se torna o cerne da qualidade académica. Longe das práticas convencionais, a formação dual — ou em alternância — exige uma coresponsabilidade corajosa entre a universidade e a entidade colaboradora, transformando as empresas em autênticos agentes coformadores com a capacidade de ensinar conteúdos do currículo com validade académica.

      Para compreender o potencial transformador deste modelo, é essencial redescobrir as suas raízes históricas. O trabalho de Karl Steffens guia-nos pela evolução alemã, desde as guildas medievais até à consolidação do bem-sucedido Modelo de Estugarda em 1972, que levou a formação dual ao ensino superior. Esta perspetiva internacional ganha uma nova dimensão com a análise de Manuela Raposo-Rivas, Norma Torres-Hernández e Bartolomé Pina, que revelam que a Espanha já foi pioneira com os seus planos de 1931 e 1967. Esses antecedentes, que incluíam estágios remunerados e projetos partilhados, situam a tradição hispânica numa posição de vanguarda histórica que hoje recupera todo o seu sentido.

      A implementação efetiva destes modelos no século XXI requer ferramentas de comunicação precisas, como os guias didáticos. A investigação de Jesica Abalo, Olaya Santamaría e Miguel Ángel Barberá analisa as diretrizes dos Trabalhos de Conclusão de Licenciatura (TCL) e de Mestrado (TCM), salientando a urgência de unificar critérios que garantam a qualidade formativa no ambiente de trabalho. Em resposta a estes desafios, a monografia destaca o caso de sucesso da Universitat d’Andorra, analisado por Sònia Gili, Bárbara Cerrato-Rodríguez, Alexandra Saz e Virginia Larraz. O seu modelo de avaliação por competências, baseado num feedback contínuo ou feedforward, demonstra que o alinhamento entre os objetivos universitários e a realidade dos locais de trabalho é o ingrediente secreto para uma formação de alta qualidade.

      O sucesso desta estrutura educativa depende, fundamentalmente, dos seus agentes humanos. Marta Virgós, María del Henar Pérez, José Miguel Arias e Joaquín Lorenzo Burguera colocam o foco no tutor empresarial, reivindicando uma formação pedagógica específica que lhes permita conceber planos de formação e avaliar a aprendizagem com rigor. Esta dimensão humana e prática ganha vida na experiência descrita por Josué Prieto-Prieto, Miguel Madruga e Francisco José Ascenso, que demonstram como a alternância na Educação Infantil fortalece a vocação docente e permite aos estudantes dominar competências complexas em contextos reais.

      Em suma, esta monografia é um convite à reflexão sobre a formação dual como uma metodologia transformadora. Através dos seus seis eixos temáticos — desde a regulamentação até à tutoria digital —, consolida-se um quadro de intercâmbio que estreita o vínculo entre as instituições de ensino e o mercado de trabalho. Esta publicação não pretende ser uma mera compilação de artigos, mas sim um motor de mudança para garantir um ensino superior socialmente empenhado, adaptado aos desafios de um mundo em constante evolução e redigido em três idiomas para promover o diálogo internacional.

    • English

      Prácticum Journal, driven by its commitment to cutting-edge professional practices, invites its readers to delve into this special issue entitled ‘University Dual Training and Prácticum’. This volume is presented as an essential journey to bridge the gap between the classroom and the professional world, proposing an educational model in which employability lies at the heart of academic quality. Far from conventional practices, dual—or work-study—training demands a bold shared responsibility between the university and the partner organisation, transforming companies into genuine co-trainers with the capacity to teach curriculum content with academic validity.

      To understand the transformative potential of this model, it is essential to rediscover its historical roots. Karl Steffens’ work guides us through the German evolution, from the medieval guilds to the consolidation of the successful Stuttgart Model in 1972, which brought dual training into higher education. This international perspective takes on a new dimension with the analysis by Manuela Raposo-Rivas, Norma Torres-Hernández and Bartolomé Pina, who reveal that Spain was already a pioneer with its plans of 1931 and 1967. Those precedents, which included paid work placements and shared projects, place the Spanish tradition at the historical forefront, a position that today regains its full significance.

      The effective implementation of these models in the 21st century requires precise communication tools, such as teaching guides. The research by Jesica Abalo, Olaya Santamaría and Miguel Ángel Barberá analyses the guidelines for Final Degree Projects (TFG) and Master’s Theses (TFM), highlighting the urgent need to standardise criteria that ensure the quality of training in the workplace. In response to these challenges, the monograph highlights the success story of the University of Andorra, analysed by Sònia Gili, Bárbara Cerrato-Rodríguez, Alexandra Saz and Virginia Larraz. Its competency-based assessment model, based on continuous feedback or ‘feedforward’, demonstrates that alignment between university objectives and the reality of the workplace is the secret ingredient for high-quality training.

      The success of this educational framework depends, fundamentally, on its human agents. Marta Virgós, María del Henar Pérez, José Miguel Arias and Joaquín Lorenzo Burguera focus on the workplace mentor, calling for specific pedagogical training that enables them to design training plans and assess learning rigorously. This human and practical dimension comes to life in the experience described by Josué Prieto-Prieto, Miguel Madruga and Francisco José Ascenso, who demonstrate how work-based learning in Early Years Education strengthens the teaching vocation and enables students to master complex skills in real-world contexts.

      Ultimately, this monograph is an invitation to reflect on dual training as a transformative methodology. Through its six thematic strands — ranging from regulations to digital tutoring — a framework for exchange is established that strengthens the link between educational institutions and the labour market. This publication does not seek to be a mere compilation of articles, but rather a catalyst for change to ensure socially committed higher education, adapted to the challenges of a constantly evolving world and written in three languages to foster international dialogue.


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