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Nadie se salva solo/a: críticas de docentes y estudiantes a la sociedad actual

    1. [1] Universidad Nacional de San Martín

      Universidad Nacional de San Martín

      Tarapoto, Perú

  • Localización: Praxis Educativa, ISSN-e 2313-934X, ISSN 0328-9702, Vol. 30, Nº. 1, 2026
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Ninguém se salva sozinho/a: críticas de docentes e estudantes à sociedade atual
    • No one is saved alone: critiques by teachers and students of contemporary society
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El objetivo del artículo es describir las reacciones que docentes y estudiantes del nivel secundario producen frente a los discursos que exaltan la supuesta libertad, el individualismo y competencia en la sociedad actual. La hipótesis que proponemos desarrollar es que, desde la escolaridad, los sujetos critican las lógicas que promueven la autogestión, el sálvese quien pueda y la meritocracia como regímenes de verdad (Foucault, 1979) en tiempos y contextos donde se profundiza e intensifican las desigualdades. Al mismo tiempo, ellos/as piensan en formas de vida en común signadas por un nadie se salva solo, en el que la solidaridad y el compañerismo entre los sujetos se vuelve eje. Para ello, diseñamos una metodología de base múltiple que involucra la producción audiovisual y entrevistas en profundidad a docentes y estudiantes. Los resultados muestran que las situaciones de inseguridad, pobreza, crisis económica, muerte, sufrimiento, crueldad y egoísmo no son impedimentos para que desde la escolaridad los sujetos se pongan en el lugar del/de la otro/a, piensen en la necesidad de sostener y ser sostenidos por los demás. Ellos/as reconocen la importancia de la solidaridad, la empatía, la convivencia y el trabajo en equipo para desarrollar una vida común en sociedad.

    • English

      The aim of this article is to describe the reactions of secondary school teachers and students to discourses that exalt supposed freedom, individualism, and competition in contemporary society. The central hypothesis we seek to develop is that, within the school setting, individuals critically engage with logics that promote self-management, survival of the fittest, and meritocracy as regimes of truth (Foucault, 1979), particularly in times and contexts where inequalities are deepening and intensifying. At the same time, these individuals envision alternative ways of living together, grounded in the notion that "no one is saved alone," where solidarity and camaraderie become central. To explore this, we designed a multi-method approach that includes audiovisual productions and in-depth interviews with both teachers and students. The findings reveal that situations of insecurity, poverty, economic crisis, death, suffering, cruelty, and selfishness do not prevent individuals in school contexts from empathizing with others and recognizing the need to both support and be supported by one another. They highlight the importance of solidarity, empathy, coexistence, and teamwork as fundamental to building a shared life in society.

    • português

      O objetivo deste artigo é descrever as reações de docentes e estudantes do ensino médio frente aos discursos que exaltam a suposta liberdade, o individualismo e a competição na sociedade atual. A hipótese que propomos desenvolver é que, no contexto escolar, os sujeitos criticam as lógicas que promovem a autogestão, o “salve-se quem puder” e a meritocracia como regimes de verdade (Foucault, 1979), em tempos e contextos marcados pelo aprofundamento e intensificação das desigualdades. Ao mesmo tempo, eles/as elaboram formas de vida em comum atravessadas pela ideia de que "ninguém se salva sozinho/a", nas quais a solidariedade e o companheirismo entre os sujeitos tornam-se centrais. Para isso, desenhamos uma metodologia de base múltipla que envolve a produção audiovisual e entrevistas em profundidade com docentes e estudantes. Os resultados indicam que situações de insegurança, pobreza, crise econômica, morte, sofrimento, crueldade e egoísmo não impedem que, a partir da escola, os sujeitos se coloquem no lugar do/a outro/a, reflitam sobre a necessidade de sustentar e serem sustentados pelos/as demais. Eles/as reconhecem a importância da solidariedade, da empatia, da convivência e do trabalho em equipe para o desenvolvimento de uma vida comum em sociedade.


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