Brasil
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Com base em pesquisas com professoras/es de línguas em formação inicial que problematizam a relação entre universidade e escola durante a regência (Silvestre, 2016, 2017; Borelli, 2018; Mastrella-de-Andrade, 2020), buscamos articular esses estudos com investigações sobre o papel das emoções na formação docente (Aragão, 2022a, 2022b, 2023). Para isso, apresentamos recortes de uma pesquisa desenvolvida pela primeira autora (Martins, 2024), na qual identificamos interseções em temas como espaços de fala, o papel da reflexão, a construção de ambientes formativos menos hierarquizados e o fortalecimento da agência docente. Essa aproximação entre os estudos contribui para tensionar modelos formativos baseados em lógicas coloniais, marcados por binarismos, hierarquias e exclusões, e aponta caminhos para propostas que ampliem a agência e promovam práticas mais emancipatórias na formação inicial.
Based on research with pre-service language teachers that problematizes the relationship between university and school during the teaching practicum (Silvestre, 2016, 2017; Borelli, 2018; Mastrella-de-Andrade, 2020), we seek to articulate these studies with investigations into the role of emotions in teacher education (Aragão, 2022a, 2022b, 2023). To this end, we present excerpts from a study conducted by the first author (Martins, 2024), in which we identify intersections around themes such as the importance of spaces for dialogue, the role of reflection, the construction of less hierarchical learning environments, and the strengthening of teacher agency. This dialogue between studies contributes to questioning colonial logics embedded in traditional teacher education models – logics often marked by binary oppositions, hierarchies, and exclusions – and points toward proposals that enhance agency and foster more emancipatory practices in initial teacher education.
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