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Torto Arado: colonialidades decolonialidades problematizadas na educação linguística crítica

    1. [1] Universidade Federal de Goiás

      Universidade Federal de Goiás

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) | Rondonópolis | MT | BR
  • Localización: Revista Brasileira de Linguística Aplicada: (RBLA), ISSN 1676-0786, ISSN-e 1984-6398, Vol. 24, Nº. 4, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Torto Arado and crooked world: colonialitiesdecolonialities Problematized in Critical Linguistic Education
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The main aim of this paper is to problematize colonialitiesdecolonialities narrated in Torto Arado, a novel written by Itamar Vieira Junior, which are related to the work we develop in critical language education at the universities where we work. Colonialitiesdecolonialities constitute the lives of the main characters Bibiana and Belonísia, two sisters born into a family of Black enslaved descendants who work on a farm in Bahia. We discuss how they confront colonialities by means of two paths: Bibiana becomes a teacher and Belonísia becomes a “woman of the land”. Based on the experiences of the two sisters, as well as on the principles we have adopted to promote a decolonial and critical linguistic education, we advocate for a language education that brings us closer to our stories, connects us with nature and makes us reflect on the deep meaning of what we are doing on/with the planet.

    • português

      O objetivo deste estudo é problematizar colonialidadesdecolonialidades narradas em Torto Arado, obra de Itamar Vieira Junior, que dizem respeito ao trabalho que fazemos com educação linguística crítica nas universidades em que atuamos. Colonialidadesdecolonialidades marcam a vida das protagonistas Bibiana e Belonísia, duas irmãs nascidas em uma família de descendentes de negras/os escravizadas/os, família esta que trabalha em uma fazenda na Bahia. Discutimos como elas rompem com colonialidades por meio de dois caminhos: Bibiana se torna professora e Belonísia se torna uma mulher da terra. Com base na experiência das duas irmãs e em princípios que temos adotado para promover uma educação linguística crítica e decolonial, defendemos uma educação linguística que nos aproxime de nossas histórias, nos conecte com a natureza e nos faça refletir sobre o sentido profundo do que estamos fazendo no/com o planeta.


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