Brasil
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In this article, we discuss the challenges of teacher education for the 21stCentury, taking decoloniality as a possible way to resignify our praxis. One of the challenges in decolonial thinking is to problematize the coloniality of knowledge (LANDER, 2005), which is established through the privilege of scientific knowledge and the invisibilization of other forms of knowing. In this respect, Castro-Gomez (2007) affirms that the university is an institution that contributes significantly to the maintenance of this logic. As university teachers directly involved in language teacher education, we have sought different ways to develop our praxis as a decolonial project (WALSH, 2013). In this article, we discuss decoloniality and present three praxes in which our objective was attempting to live language teacher education otherwise.
Neste artigo, discutimos os desafios da formação docente para o século XXI, assumindo a decolonialidade como possibilidade de ressignificação de nossa práxis. Um dos desafios do pensamento decolonial é problematizar a colonialidade do saber (LANDER, 2005), que se estabelece por meio do privilégio do conhecimento científico e da invisibilização de outras formas de conhecer. A esse respeito, Castro-Gomez (2007) afirma que a universidade é uma instituição que contribui significativamente para a manutenção dessa ordem. Como professoras universitárias envolvidas diretamente com a formação de professoras/es de línguas, temos buscado diferentes formas de desenvolver nossa práxis como um projeto decolonial (WALSH, 2013). Neste artigo, discutimos a decolonialidade e apresentamos três práxis em que nosso objetivo foi tentar viver a formação de professoras/es de línguas de outro modo.
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