México
Se presentan los resultados de una investigación en curso con la finalidad de conocer cuál es el sentido que los estudiantes de psicología de una universidad pública le asignan a la actuación de sus profesores en términos de ética, poder y violencia durante la práctica educativa, y cómo esta significación afecta su formación académica. Mediante el uso de una metodología cualitativa con enfoque fenomenológico, se aplicó una entrevista semiestructurada a doce estudiantes recién egresados y de último semestre de la carrera de Psicología. Las entrevistas se transcribieron y analizaron a partir de la técnica del Análisis Interpretativo Fenomenológico. Los hallazgos fueron organizados en dos líneas de análisis: 1) imposición de paradigmas psicológicos y 2) dominio de la asignatura. Los resultados muestran que los significados que los estudiantes le asignan a la actuación de los docentes están mediados por la implementación de un nuevo currículo y la interpretación y práctica que de éste hacen los docentes. En tal sentido, los docentes son descritos como dogmáticos o íntegros, o bien, expertos o incompetentes, de acuerdo con su forma de comunicar o imponer el programa académico y las posturas teóricas de su preferencia, respectivamente, o a partir de su conocimiento y el dominio de la asignatura que imparten. Por lo que se concluye que los alumnos dan sentido a la actuación de sus profesores como ética, y de poder, cuando piensan que han aprendido y están motivados, y violenta, cuando se sienten a la deriva y desanimados.
The results of an ongoing research are presented in order to know the meaning that psychology students of a public university assign to the actions of their professors in terms of ethics, power and violence during the educational practice, and how this meaning affects their academic formation. With the use of qualitative methodology with phenomenological approach it was applied a semi-structured interview to 12 students in their last semester or recently graduated from the psychology program. The interviews were transcribed and analyzed based on the Interpretative Phenomenological Analysis (IPA) technique. The findings were organized in two lines of analysis: 1) imposition of psychological paradigms and 2) mastery of the subject matter. The results show that the meanings that students assign to teachers’ actions are mediated by the implementation of a new curriculum and the interpretation and practice that teachers make of it. In this sense, teachers are described as dogmatic or upright, or experts or incompetent, according to the way in which they communicate or impose the academic program and the theoretical positions of their preference, or based on the knowledge and mastery they have of the subject they teach. Therefore, it is concluded that students give meanings to the actions of their teachers as ethical and powerful when they think they have learned and are motivated, and violent, when they feel lost and discouraged.
São apresentados os resultados de uma pesquisa em andamento com o objetivo de conhecer o significado que estudantes de psicologia de uma universidade pública atribuem às ações de seus professores em termos de ética, poder e violência durante a prática educativa, e como esse significado afeta sua formação acadêmica. Com o uso da metodologia qualitativa com abordagem fenomenológica, foi aplicada uma entrevista semi-estruturada a 12 estudantes do último semestre ou recém-formados do curso de psicologia. As entrevistas foram transcritas e analisadas com base na técnica da Análise Fenomenológica Interpretativa (AFI). Os achados foram organizados em duas linhas de análise: 1) imposição de paradigmas psicológicos e 2) domínio da matéria. Os resultados mostram que os significados que os alunos atribuem às ações dos professores são mediados pela implementação de um novo currículo e pela interpretação e prática que os professores fazem dele. Neste sentido, os professores são descritos como dogmáticos ou íntegros, ou peritos ou incompetentes, de acordo com a forma como comunicam ou impõem o programa académico e as posições teóricas da sua preferência, ou com base no conhecimento e domínio que têm da matéria que ensinam. Conclui-se, portanto, que os alunos atribuem significados às acções dos seus professores como éticas e poderosas, quando pensam que aprenderam e estão motivados, e violentas, quando se sentem perdidos e desmotivados.
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