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Tia, eu quero entrar! Docências compartilhadas e escutas interseccionadas desde as infâncias

  • Autores: Renato Noguera, Luciana Pires Alves
  • Localización: Educaçao e Pesquisa: Revista da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, ISSN-e 1678-4634, Vol. 51, Nº. 1, 2025
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Mrs, I want in! Shared teachings and intersected listening since childhood
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article arises from the link between thoughts and practices that are formed from comprehending multiplicity as dynamic element in shaping sensibilities and policies of openness to what is different and diverse. Openness is the main ethical and aesthetic gesture for dismantling the raciality device as the instrument that creates the being of white people and the not being of everyone else. The possibility of having intersecting listening since childhood is what supports our research as a methodology that interweavers arts, experiences and knowledge, thus allowing us to share teaching practices and to live the aesthetic experience. The way the research was conducted was inspired by cartographic methodologies when it comes to producing daily records, photographic collections, work by children and adults, so that the listening interested in voices and collective enunciation possibilities is made possible. In order to develop the article, we listed two teaching courses, whose paths allowed children and elements to become closer, for a deeper reflection on the extension of the raciality device and the paths to how to dismantle it. As partial conclusions, we prepared some clues to disposition of attention, to involvement and to production of affection as indicators of the event referring to the narrative approaches to research with children within the school environment.

    • português

      Este artigo nasce da articulação entre pensamentos e práticas que se constituem a partir da compreensão da multiplicidade como elemento dinâmico na formação de sensibilidades e políticas da abertura ao diferente e ao diverso. A abertura é o principal gesto ético e estético de desmonte do dispositivo da racialidade como aparato de fabricação do ser do branco e o não ser dos outros. A possibilidade de uma escuta intersecionada desde a infância é o que nos sustenta na pesquisa como uma metodologia do entrelace entre artes, experiências e saberes que nos permitissem compartilhar a docência e viver a experiência estética. O modo de fazer pesquisa se inspirou nas metodologias cartográficas no tocante à produção de registros diários, acervo fotográficos, trabalhos das crianças e dos adultos, para tornar visível a escuta interessada nas vozes e possibilidades coletiva de enunciação. Para constituir o artigo, elencamos duas docências, cujos percursos permitiram uma maior proximidade das crianças e elementos para uma reflexão mais acerca da extensão do dispositivo da racialidade e dos caminhos para seu desmonte. Como conclusões parciais, elaboramos algumas pistas à disposição da atenção, ao envolvimento e à produção de afetos como indicadores do acontecimento referente às abordagens narrativas de pesquisas com crianças no espaço escolar.


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