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Outros olhares sobre a colonização do Brasil: ressignificações do passado na literatura híbrida juvenil brasileira em diálogo com o livro didático de ensino de história

  • Autores: Fernanda Sacomori Candido Pedro
  • Directores de la Tesis: Gilmei Francisco Fleck (dir. tes.), Burghard Baltrusch (dir. tes.)
  • Lectura: En la Universidade de Vigo ( España ) en 2024
  • Idioma: portugués
  • Tribunal Calificador de la Tesis: Liliane Lemos Santana Barreiros (presid.), Clarice Cristina Corbari (secret.), Cristian Javier López (voc.)
  • Programa de doctorado: Programa de Doctorado en Estudios Ingleses Avanzados: Lingüística, Literatura y Cultura por la Universidad de A Coruña; la Universidad de Santiago de Compostela y la Universidad de Vigo
  • Materias:
  • Enlaces
  • Resumen
    • Este estudo, inserido no Grupo de Pesquisa ¿Ressignificações do passado na América: processos de leitura, escrita e tradução de gêneros híbridos de história e ficção ¿ vias para a descolonização¿, busca evidenciar/demonstrar que as narrativas híbridas de história e ficção juvenis brasileiras contemporâneas de cunho crítico e descolonizador podem contribuir ao ensino crítico da história nos anos finais do Ensino Fundamental. Nessas obras utilizam-se estratégias escriturais que se aproximam dos romances históricos contemporâneos de mediação, pois revisam o passado a partir do olhar de personagens invisibilizados ou ausentes nos registros historiográficos tradicionais. Essas narrativas apresentam uma ideologia descolonizadora ao privilegiarem as versões da história vista de baixo (Sharpe, 1992) e muitos preceitos da corrente historiográfica da nova história. Assim, temos, como escopo, o estudo comparado das narrativas híbridas de história e ficção juvenis Ana Preciosa e Manuelim e o roubo das moedas na época do ciclo do ouro (2004), de Maria José Silveira, Os estrangeiros (2012), de Marconi Leal, A Descoberta do Novo Mundo (2013) e A viagem proibida: nas trilhas do ouro (2013), ambas de Mary Del Priore, com dois volumes do livro didático de história, de Alfredo Boulos Júnior, História Sociedade & Cidadania (2018), para o sétimo e o oitavo anos. Cotejamos esse corpus a fim de demonstrar que as narrativas híbridas apresentam olhares outros sobre o passado e expõem novos ângulos, personagens e embates sobre os eventos históricos. Esses fatos deixaram reflexos observáveis na estrutura social vigente e, por isso, essas temáticas precisam ser discutidas e analisadas na sala de aula. Isso auxilia na formação de leitores decoloniais que tenham conhecimento da sua condição passada de subjugados, colonizados, no presente, primeiro passo para descolonizar olhares e pensamentos na América Latina. Para isso, ancoramo-nos em pressupostos teóricos como os expressos por Lukács ([1965] 2009, [1955] 2011), Alonso (1942), Márquez Rodríguez (1991), Fernández Prieto (2003), Aínsa (1988,1991), Menton (1993), Hutcheon (1991), Esteves (2010, 2013), Weinhardt (1994) e Fleck (2017). Ainda, pautamo-nos nos estudos de Le Goff (1990), Burke (1992), Holanda (1974), White ([1973] 2019), Carvalhal (2006), Coutinho (2003), Bernd (1998), Mendonza Fillola (1994), Colomer (2007), Mignolo (2017) entre outros, para estabelecermos as relações entre história, literatura e ensino, por meio de uma pesquisa bibliográfica e documental, abordagem qualitativa de cunho interpretativista. Além das análises desenvolvidas, apresentamos uma proposta didática metodológica de Oficina Literária Temática para os anos finais do Ensino Fundamental, para contribuir com as relações entre o ensino de história e o de literatura voltados à formação de leitores decoloniais. Nossa pesquisa revela que a literatura híbrida juvenil brasileira, ao ser utilizada como material de leitura interdisciplinar, é potencial para revitalizar e auxiliar no ensino crítico da história e na formação de leitores literários decoloniais, como vias à descolonização das mentes, das identidades e do imaginário latino-americano.

      Este estudio, parte del Grupo de Investigación ¿Resignificaciones del pasado en América: procesos de lectura, escritura y traducción de géneros híbridos de historia y ficción ¿ caminos hacia la descolonización¿, busca resaltar/demostrar que las narrativas híbridas de la historia y la ficción juvenil brasileña contemporánea de carácter crítico y descolonizador pueden contribuir a la enseñanza crítica de la historia en los últimos años de la Escuela Primaria. En estas obras se utilizan estrategias escriturales cercanas a las novelas históricas de mediación contemporáneas, ya que revisan el pasado desde la perspectiva de personajes invisibles o ausentes en los registros historiográficos tradicionales. Estas narrativas presentan una ideología descolonizadora al privilegiar versiones de la historia vista desde abajo (Sharpe, 1992) y muchos preceptos de la corriente historiográfica de la nueva historia. Así, nuestro alcance es el estudio comparativo de las narrativas híbridas de historia y ficción juvenil Ana Preciosa e Manuelim e o roubo das moedas na época do ciclo do ouro (2004), de Maria José Silveira, Os estrangeiros (2012), de Marconi Leal, A Descoberta do Novo Mundo (2013) y A viagem proibida: nas trilhas do ouro (2013), ambas de Mary Del Priore, con dos volúmenes del libro de texto de historia, de Alfredo Boulos Júnior, História Sociedade & Cidadania (2018 ), para el séptimo y octavo año. Comparamos este corpus para demostrar que las narrativas híbridas presentan diferentes perspectivas sobre el pasado y exponen nuevos ángulos, personajes y conflictos sobre eventos históricos. Estos hechos dejaron efectos observables en la estructura social actual y, por lo tanto, estos temas necesitan ser discutidos y analizados en el aula. Esto ayuda en la formación de lectores decoloniales que sean conscientes de su condición pasada de sojuzgados, colonizados, en el presente, primer paso hacia visiones y pensamientos descolonizadores en América Latina. Para ello, nos anclamos en supuestos teóricos como los expresados por Lukács ([1965] 2009, [1955] 2011), Alonso (1942), Márquez Rodríguez (1991), Fernández Prieto (2003), Aínsa (1988,1991). ), Menton (1993), Hutcheon (1991), Esteves (2010, 2013), Weinhardt (1994) y Fleck (2017). Además, nos guiamos por los estudios de Le Goff (1990), Burke (1992), Holanda (1974), White ([1973] 2019), Carvalhal (2006), Coutinho (2003), Bernd (1998), Mendonza Fillola. (1994), Colomer (2007), Mignolo (2017) entre otros, para establecer las relaciones entre historia, literatura y docencia, a través de una investigación bibliográfica y documental, de enfoque cualitativo con carácter interpretativo. Además de los análisis desarrollados, presentamos una propuesta didáctica metodológica de un Taller Literario Temático para los últimos años de la Educación Primaria, para contribuir a las relaciones entre la enseñanza de la historia y la literatura orientada a la formación de lectores decoloniales. Nossa pesquisa revela que a literatura híbrida juvenil brasileira, ao ser utilizada como material de leitura interdisciplinar, é potencial para revitalizar e auxiliar no ensino crítico da história e na formação de leitores literários decoloniais, como vias à descolonização das mentes, das identidades e do imaginário Latino Americano.

      This study, part of the Research Group ¿Resignifications of the past in America: processes of reading, writing and translating hybrid genres of history and fiction ¿ paths to decolonization¿, seeks to highlight/demonstrate that hybrid narratives of Brazilian youth history and fiction Contemporary studies with a critical and decolonizing nature can contribute to the critical teaching of history in the final years of Elementary School. In these literary works, the scriptural strategies used are close to the contemporary historical novels of mediation, as they review the past from the perspective of characters invisible or absent in traditional historiographic records. These narratives present a decolonizing ideology by privileging versions of history seen from below (Sharpe, 1992) and many precepts of the historiographic current of new history. Thus, our scope is the comparative study of the hybrid narratives of youth history and fiction Ana Preciosa e Manuelim e o roubo das moedas na época do ciclo do ouro (2004), by Maria José Silveira, Os estrangeiros (2012), by Marconi Leal, A Descoberta do Novo Mundo (2013) and A viagem proibida: nas trilhas do ouro (2013), both by Mary Del Priore, with two volumes of the history textbook, by Alfredo Boulos Júnior, História Sociedade & Cidadania (2018), for the seventh and eighth grades. We have compared this corpus in order to demonstrate that hybrid narratives present different perspectives on the past and expose new angles, characters and conflicts about historical events. These facts left observable effects on the current social structure and, therefore, these themes need to be discussed and analyzed in the classroom. This helps in the education of decolonial readers who are aware of their past condition as subjugated, colonized, in the present, the first step towards decolonizing views and thoughts in Latin America. To do this, we take into consideration some theoretical assumptions such as those expressed by Lukács ([1965] 2009, [1955] 2011), Alonso (1942), Márquez Rodríguez (1991), Fernández Prieto (2003), Aínsa (1988, 1991), Menton (1993), Hutcheon (1991), Esteves (2010, 2013), Weinhardt (1994) and Fleck (2017). Furthermore, we are guided by the studies of Le Goff (1990), Burke (1992), Holanda (1974), White ([1973] 2019), Carvalhal (2006), Coutinho (2003), Bernd (1998), Mendonza Fillola (1994), Colomer (2007), Mignolo (2017), among others, to establish the relationships between history, literature and teaching, through bibliographic and documentary research, a qualitative approach with an interpretive nature. In addition to the analyzes developed, we present a methodological didactic proposal for a Thematic Literary Workshop for the final years of Elementary School, to contribute to the relationships between the teaching of history and literature aimed at training decolonial readers. Our research reveals that Brazilian youth hybrid literature, when used as interdisciplinary reading material, has the potential to revitalize and assist in the critical teaching of history and in the education of decolonial literary readers, as paths to the decolonization of Latin American minds, identities, and imaginary.


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