Um dos acontecimentos mais importantes desde meados do século xx até aos dias de hoje, é o processo de envelhecimento da sociedade a nível mundial. O relatório da Divisão de População das Nações Unidas indica que em 2050 cerca de 22 por cento da população terá mais de 60 anos. O problema geracional não tem apenas uma dimensão demográfica. A importância da geração idosa na sociedade deriva dos desafios que está a lançar às diferentes formas de organização social, cultural, económica e política. O actual aumento da esperança de vida assume várias dimensões: biológica, psicológica e social. Todos devem ser abordados de forma integral. E no contexto social que se tomam evidentes com maior intensidade as alterações de papéis e funções dos grupos etários. O sentido do envelhecimento passou de uma concepção «gerontocrática» do passado para uma «juvenilização», numa transição do domínio e poder dos idosos para uma hipervalorização dos estilos juvenis, que acarreta o risco de desvalorizar o papel das gerações mais velhas na sociedade actual. É para esta dimensão social, sem esquecer os outros âmbitos, que esta obra pretende basicamente dar o seu contributo. O processo de envelhecimento está inscrito num contexto social. É marcado por circunstâncias históricas e socioculturais concretas que convém analisar a partir de várias perspectivas e destacar em vários âmbitos de intervenção. O objectivo fundamental desta obra é interessar-se por incrementar sobretudo a interpretação socioeducativa do processo de envelhecimento. Um aspecto que toca a todos: técnicos, especialistas, políticos e, mais que tudo, cada um de nós.
págs. 11-46
págs. 47-74
págs. 75-104
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Políticas sociais para a terceira idade
I. Martin, D. Gonçalves, A. Silva, C. Paul, Fernando Cabral Pinto
págs. 131-180
págs. 181-202
págs. 203-224
págs. 225-252
págs. 253-268
págs. 269-280
Lazer e tempos livres para as geraçoes idosas.: Perspectivas de animaçao sociocultural e aproximaçao á realidade galega
págs. 281-306
Programas universitários para idosos
Agustín Requejo Osorio, Begoña Rumbo Arcas, Xosé Manuel Cid Fernández
págs. 307-322
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