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A construction grammar approach to the innovative use of [unless x]

    1. [1] Universidade Federal de Uberlândia

      Universidade Federal de Uberlândia

      Brasil

    2. [2] Universidade de Brasília

      Universidade de Brasília

      Brasil

  • Localización: ESPecialist, ISSN 0102-7077, Vol. 45, Nº. 5, 2024, págs. 63-80
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Uma abordagem da Gramática de Construções para o Uso Inovador de [unless x]
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This study analyzes the construction [unless X] as based on the Construction Grammar framework (cf. Fillmore et al., 1988; Goldberg, 1995, 2006; Bybee, 2010), in association with the Corpus Linguistics (McEnery; Hardie, 2013; Sinclair, 2005) methodology. The construction [unless X] characterizes as an innovative use of the word “unless”, in which the conjunction isn’t followed by a subordinate clause, as it can be seen in “don’t add Coca Cola unless diet” or “he was so calm unless tried” or “I can never tell the season unless winter”. Motivated by the findings of Mendes Junior and Mattos (2021), who reported high rates of productivity in the construction [because X] (e.g. “I’m excited for my holidays because tired”), we propose a model that accounts for the new constructional properties of “unless”.  Data were collected through the iWeb Corpus (Davies, 2018), which contains 14 billion words extracted from about 22 million web pages. Preliminary analysis shows that the construction [unless X] heavily favors verbs in the past participle, adjectives, adverbs and nouns in the [X] slot. Moreover, the [X] slot cannot be filled by interjections, pronouns, conjunctions and prepositions, as opposed to [because X]. Following Fillmore et al. (1988), [unless X] can be understood as codable, formal, extra-grammatical construction. We suggest that [unless X] often behaves similarly to the traditional use of ‘unless’, though it tends to favor reduced clauses and is mainly used in more informal contexts.

    • português

      Este estudo investiga a construção [unless X] com base nas premissas da Gramática de Construções (cf. Fillmore et al., 1988; Goldberg, 1995, 2006; Bybee, 2010), em associação com a metodologia da Linguística de Corpus (McEnery; Hardie, 2013; Sinclair, 2005). A construção [unless X] representa um uso emergente, no qual a conjunção “unless” não é seguida por uma oração subordinada, como visto em frases como "don’t add Coca Cola unless diet" ou "he was so calm unless tried" ou "I can never tell the season unless winter". Motivados pelos achados de Mendes Junior e Mattos (2021), que reportaram altas taxas de produtividade na construção [because X] (e.g. “I’m excited for my holidays because tired”), propomos um modelo que contemple as novas propriedades construcionais de “unless”. Os dados foram coletados através do iWeb Corpus (Davies, 2018), que contém 14 bilhões de palavras extraídas de cerca de 22 milhões de páginas da web. Análises preliminares mostram que a construção [unless X] favorece fortemente verbos no particípio passado, adjetivos, advérbios e substantivos na posição [X]. Além disso, a posição [X] não pode ser preenchida por interjeições, pronomes, conjunções e preposições, diferentemente de [because X]. Seguindo os critérios classificatórios de Fillmore et al. (1988), [unless X] pode ser entendida como uma construção codificável, formal e extragramatical. Sugerimos que [unless X] frequentemente se comporta de maneira semelhante ao uso tradicional de “unless”, embora tenha uma tendência a favorecer orações reduzidas e seja principalmente usada em contextos mais informais.


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