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Narrativas acadêmicas sobre educação das relações étnico-raciais em universidades públicas latino-americanas (Brasil e Peru)

  • Autores: Marcos Antonio Batista da Silva
  • Localización: Educaçao e Pesquisa: Revista da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, ISSN-e 1678-4634, Vol. 51, Nº. 1, 2025
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Academic narratives on education of ethnic-racial relations in public Latin American universities (Brazil and Peru)
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article analyses academic discourses on the production of knowledge about race, racism and anti-racism in public Latin American universities, focusing on Black populations (Afro-Brazilian and Afro-Peruvian). What are the advances, approaches and challenges faced by these universities in building an anti-racist agenda, especially in the field of Social Sciences and Humanities in Brazil and Peru? The theoretical-methodological perspective dialogues with studies of ethnic-racial relations (race, racism and anti-racism) by authors such as Aníbal Quijano, José Luciano, Victória Santa Cruz, Nilma Lino Gomes, Jurema Werneck, Stokely Carmichael, and Charles Hamilton. Furthermore, Teun van Dijk’s critical discourse analysis is here adopted. Besides conducting a literature review, I have also worked with interviews held between 2018 and 2022, comprising 18 participants of different ethnic-racial profiles: 11 interviewees from a Brazilian public university (six students and five professors); seven participants from a Peruvian public university (four professors and three students) from undergraduate Social Sciences and Humanities courses. The studies show that the resistance of racialised populations in Latin American universities (Black, Afro-Peruvian and Indigenous people) and their anti-racist struggles represent a search for equity in the educational field. Issues such as access, retention and qualification are taken into consideration, based on a theoretical-methodological and epistemic framework for education through an Afro-centric debate, where expectations and limitations regarding university education are often crossed with institutional racism.

    • português

      Este artigo analisa discursos acadêmicos sobre a produção de conhecimento sobre raça, racismo e antirracismo em universidades públicas latino-americanas com foco nas populações negras (afro-brasileiras e afro-peruanas). Quais são os avanços, aproximações e desafios enfrentados por essas universidades em prol da construção de uma agenda antirracista, especialmente no campo das Ciências Sociais e Humanas no Brasil e Peru? A abordagem teórico-metodológica dialoga com os estudos das relações étnico-raciais (raça, racismo e antirracismo) de autores como Aníbal Quijano, José Luciano, Victória Santa Cruz, Nilma Lino Gomes, Jurema Werneck, Stokely Carmichael e Charles Hamilton. Em perspectiva está a análise crítica da discurso de Teun van Dijk. Além da revisão da literatura, foram trabalhadas entrevistas realizadas entre 2018 e 2022 com 18 participantes de diferentes perfis étnico-raciais: 11 entrevistados de universidade pública brasileira (seis estudantes e cinco professores); sete participantes de universidade pública peruana (quatro professores e três estudantes) de cursos de graduação de Ciências Sociais e Humanas. Os estudos indicam que a resistência de populações racializadas universitárias latino-americanas (negros, afro-peruanos e indígenas) e suas lutas antirracistas representam uma busca por equidade no campo educacional. São levados em consideração o acesso, a permanência e a titulação, a partir de um referencial teórico-metodológico e epistêmico de formação a partir de um debate afrocentrado, onde as expectativas e limitações para a formação universitária são, muitas vezes, atravessadas pelo racismo institucional.


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