Brasil
A Educomunicação tem referências e sustentação no projeto de decolonialidade, por meio da transposição dialógica como medium, que inclui a urgência de uma educação midiática e tecnológica com as realidades e contextos; propõe a (re)construção e o respeito à inclusão das vozes de grupos identitários, secularmente silenciados pela lógica colonialista, como as populações afrodiaspóricas, africanas e indígenas. De metodologia participante e de viés hermenêutico, este artigo analisa sua inserção como uma práxis de intervenção, gênese e imbricamento com os movimentos sociais, culturais e educacionais do campo em emergência.
Educommunication has references and support in the decoloniality project, using dialogical transposition as a medium, which includes the urgency of a media and technological education with realities and contexts; proposes the (re)construction and respect for the inclusion of the voices of identity groups, silenced, for centuries, by the colonialist logic, such as Afro-diasporic and African, Indigenous, and developing populations. With a participatory methodology and a hermeneutic bias, this study analyzes its insertion as a praxis of intervention, genesis, and intertwining with the social, cultural, and educational movements of the emerging field.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados