Una premisa feminista anima a (des)nombrar¿dónde es aquí?Un desde dónde que no se acota en predicar(le) a/de un sujeto un listado de adjetivos, modificadores o etiquetas de pertenencia; más que de una identidad carente de reconocimiento se trata del acontecer de un emplazamiento político. Posibilidades del decir que hacen que el hacer escuela, el recorrido de una investigación o las derivas de la militancia se vean radicalmente trastocadas. Presentamos las formas en las que el adscribir y el enunciar se anudan a los modos de hacer audibles y visibles como posicionamiento político individual y colectivo por dentro/fuera la escuela. Estas líneas acechan la posición nómade -de val flores-, la localización limitada y específica de un conocimiento situado, precario, itinerante que despliegan una pedagogía antinormativa, animada por una epistemología feminista descentrada del no saber y del no hacer; desde un feminismounder, microfeminismoofeminismo rapsódicodisloca los regímenes de luz, de la modernidad en su encarnadura cartesiana, a los que pretendemos abrir(les) la puerta para jugar a probar. Expulsadas de la zona de concentración lumínica las ignorancias constituyen lo incognoscible, lo ininteligible, lo innominado, para las que se divisan al menos tres rutas: la memoria, el lenguaje, la afectividad.
Uma premissa feminista anima a (des)nomear onde é aqui? Um onde que não se limita em predicar(lhe) a/de um sujeito uma lista de adjetivos, modificadores ou etiquetas de pertencimento; mais que de uma identidade carente de reconhecimento se trata do acontecer de uma localização política. Possibilidades do dizer que fazem que o fazer escola, o percurso de uma investigação ou as derivações da militância se encontrem radicalmente trocadas entre elas. Apresentamos as formas nas quais o subscrever e o enunciar se enrolam com os modos de fazer audíveis e visíveis como posicionamento político, individual e coletivo por dentro/fora da escola. Estas linhas perseguem a posição nômade - de val flores -, a localização limitada e específica de um conhecimento situado, precário, itinerante que se desdobra em uma pedagogia antinormativa, animada por uma epistemologia feminista descentrada do não saber e do não fazer; parte de um feminismo under, microfeminismo oufeminismo rapsódico desloca os regimes de luz, da modernidade em sua encarnação cartesiana, aos que pretendemos abrir(lhes) a porta para jogar e tentar. Expulsas da zona de concentração iluminada, as ignorâncias constituem o incognoscível, o ininteligível, o inominado, para as quais vemos ao menos três rotas: a memoria, a linguagem, a afetividade.
A feminist premise encourages to (un)name where is here? A from of where that hasn´t limit in preaching to/from the subject, in a list of adjectives, conditionals or in labels; more than an identity lacking in recognition, it is about the occurrence of a political location. It is about the possibilities of “saying” than can radically disrupt the starting of a movement, the journey of an investigation, or the drifts of militancy. We present here the ways in which “subscribing-to” or “stating” link to the ways of “making-audible and -visible” as an individual or collective political standpoint, inside/outside the movement. These lines stalk the nomadic position-of val flores-, the limited and specific location of a situated, precarious, itinerant knowledge, which deploys an anti-regulatory pedagogy driven by a feminist epistemology, from an “under” feminism, animated by an off-centered feminist epistemology of not knowing and not doing. This is about a rhapsodic feminism that dislocates the regimes of light of modernity in its Cartesian embodiment to play to prove. The ignorances expelled from the area of light concentration are integrated into the remains of the unknown, the unnamed, from there you can see at least three routes: memory, language, affections.
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