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Sobre la necesidad de una filosofía para/con madres y padres en el programa de filosofía para/con niñas y niños

  • Autores: Juan Carlos Sarmiento Reyes
  • Localización: Childhood & Philosophy, ISSN-e 1984-5987, Vol. 15, Nº. 0, 2019
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Sobre a necessidade da filosofia para / com mães e pais no programa de filosofia para / com crianças
    • On the need for a philosophy for / with mothers and fathers in the philosophy program for / with girls and boys
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo es un ejercicio de reflexión crítica y propositiva en torno a algunos de los fundamentos, intereses, supuestos y prácticas en desarrollo del programa de filosofía para/con niñas y niños (FpcN). Las críticas y las propuestas aquí sugeridas son el resultado de la mirada de un extraño, de un auténtico foráneo que ha observado y pensado desde los lindes de otra alameda los orígenes y algunos de los desarrollos del trabajo de Mattew Lipman y sus colaboradores. Es la mirada de quien no ha estado en una comunidad de investigación del programa FpcN. Es la expresión de un infante, que no es infante porque carezca de habla, sino porque habla en lengua extranjera, con las ventajas que pueda tener esa extranjeridad ‘a la Kohan’ cuando se torna dialogante con otras comunidades epistémicas. Así, a partir de nuevas indagaciones, el autor propone: 1) desarrollar una filosofía para/con madres y padres (FpcMP) como parte fundamental del programa de FpcN; 2) hacer inclusión y desarrollo de lógicas no-ortodoxas y lógicas informales dentro del mismo programa para comprender de manera más clara, eficiente y enriquecida el pensamiento de las niñas y los niños; 3) fortalecer los vínculos entre la FpcN (incluida FpcMP) y una filosofía de la infancia; 4) incrementar las experiencias del programa con la literatura clásica infantil y juvenil, especialmente con aquella que favorezca más el empoderamiento de las niñas y los niños con respecto a sus madres, padres, cuidadores, maestras y maestros, compañeras y compañeros; y 5) favorecer también, con todos estos elementos, la formación ciudadana de las niñas y los niños.

    • English

      This article is a n exercise of critical and proactive reflection around on some of the foundations, interests, assumptions and developing practices of the philosophy for/with children program (P4wC). The critiques and proposals suggested here are the result of a stranger´s gaze, an authentic foreigner who has observed and thought from the edges of another boardwalk perspective the origins of and some of the developments proceeding from of Matthew Lipman’s and his collaborators’ work. It is the view of someone who has not been part of a in a research community of inquiry of practicing the P4wC program. It is the expression of an infant, who is not an infant because he lacks speech but because he speaks in a foreign language, with the advantages that 'Kohan' strangenessthis foreignness “à la Kohan” may have when this becomesenters into a dialogue with other epistemic communities. Thus, based on new research, the purpose of this writing article is to: 1) develop a philosophy for/with mothers and fathers (P4wMF), as a fundamental part of the P4wC program; 2) carry out an inclusion and development ofinclude and develop unorthodox and informal logics within the samethat program, in order to understand the thinking of girls’ and boys’ thinking in a more clear, efficient and enriched manner; 3) strengthen the links between the P4wC (including P4wMF) and the philosophy of childhood; 4) increase the experiences of the programprogram’s use of with classic children's and youth literature, especially with that which favors promotes the empowerment of girls and boys with respect toin their relationships with their mothers, fathers, caregivers, teachers and peers; and 5) also promote, with all these elements, the citizen civic education of the girls and boys as citizens.

    • português

      Este artigo é um exercício de reflexão crítica e propositiva sobre alguns dos fundamentos, interesses, pressupostos e práticas em desenvolvimento do programa de filosofia para/com crianças (FpcC). As críticas e as propostas aqui sugeridas são o resultado do olhar de um estranho, de um autêntico forasteiro, que observou e pensou, a partir de outra perspectiva, as origens e alguns dos desenvolvimentos do trabalho de Mattew Lipman e de seus colaboradores. É uma visão de quem não esteve numa comunidade de pesquisa do programa FpcC. É a expressão de um infante, que não é um infante porque carece de fala, mas sim porque fala em língua estrangeira, com as vantagens que essa estrangeiridade “à Kohan” possa ter quando dialoga com outras comunidades epistêmicas. Assim, a partir de novos questionamentos, o autor propõe: 1) desenvolver uma filosofia para/com mães e pais (FpcMP) como parte fundamental do programa de FpcC; 2) incluir lógicas não-ortodoxas e lógicas informais e desenvolvê-las dentro do mesmo programa para compreender, de maneira mais clara, eficiente e enriquecedora, o pensamento das crianças; 3) fortalecer os vínculos entre FpcC (incluída FpcMP) e a filosofia da infância; 4) aumentar as experiências do programa com a literatura para crianças e jovens, em especial com a que favoreça mais o empoderamento das crianças quanto a seus mães, pais, cuidadores, professores e companheiros; e 5) favorecer também, com todos esses elementos, a formação cidadã das crianças.

Los metadatos del artículo han sido obtenidos de SciELO Brasil

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