Bajo la influencia de la "identidad activista" de Sachs (2001), propongo que la educación de los maestros previa la servicio o educación inicial de maestros (EIM), como me referiré a ella, podría, y de hecho debería, incentivar un nuevo perfil de maestro: el "maestro-agente". Este maestro-agente estaría conciente de las presiones y dictámenes de la cultura educativa neoliberal y su consiguiente discurso performativo, y eligiría resistirlo, en favor de una visión más holística de la educación. Esta visión de la educación promueve formas inclusivas, creativas y democráticas de educación interesadas en promover una conciencia social en los niños y personas jóvenes, así como también concibe a la educación como preocupada por el niño como un todo. Estos acercamientos más holísticos a la educación pueden incluir abordajes como Filosofía para Niños (FpN), "Rights Respecting Education" y "Slow Pedagogy", las que pueden no sólo proporcionar un entendimiento más equilibrado y una experiencia más profunda de educación tanto para maestros como para estudiantes, sino también ayudar a los maestros a resistir el impacto debilitante del discurso performativo neoliberal, potencialmente también impactando en su bienestar y habilidad para conservar su integridad como profesionales. Ésto también podría tener el potencial de detener el rápido éxodo de la profesión de los nuevos maestros. Mi argumento es que involucrarnos con pedagogías como FpN en esta nueva iteración de la EIM podría ayudar no sólo a alentar al Estudiante Maestro-Agente, sino también, como consecuencia, a desarrollar al Ciudadano-Agente en los niños a quienes están enseñando. En este artículo considero cuatro áreas clave en las que propongo que la FpN podría jugar un rol en este modelo alternativo de Educación Inicial de Maestros: democracia en acción, el maestro como Maestro-Facilitador, un espacio para la co-construcción del conocimiento, y fomento de la Justicia Social.
Influenced by Sachs’ (2001) ‘activist identity’ I propose that pre-service teacher education or initial teacher education (ITE), as I will refer to it, could, and indeed should, encourage a new form of teacher: the ‘teacher-agent.’ This teacher-agent would be aware of the pressures and dictates of the neo-liberal educational culture and its ensuing performative discourse, and choose to resist it, in favour of a more holistic view of education. This view of education encourages inclusive, creative and democratic forms of education concerned with encouraging a social conscience in children and young people, as well as seeing education as concerned with the whole child. These more holistic approaches to education could include pedagogical approaches such as Philosophy for Children (P4C), Rights Respecting Education and Slow Pedagogy, which can not only provide a more balanced understanding and deeper experience of education for both teachers and pupils, but can also help teachers to resist the debilitating impact of the neo-liberal performative discourse, potentially also thus impacting on their wellbeing and ability to retain their integrity as professionals. This may also have the potential to halt the rapid exodus of new teachers from the profession. It is my contention, that engaging with pedagogies such as P4C in this new iteration of ITE could help not only to encourage the Student Teacher-Agent, but also, as a consequence, develop the Citizen-Agent in the children they are teaching. In this paper I consider four key areas where I propose P4C could play a role in this alternative model of Initial Teacher Education: democracy in action, the teacher as Teacher-Facilitator, a space for co-construction of knowledge, and encouraging Social Justice.
Influenciado pelo conceito de ‘identidade ativista’ (Sachs, 2001), proponho que a educação de formação de professores ou educação inicial de professores, como vou me referir a ela, possa - e na verdade deva - encorajar um novo tipo de professor: o ‘professor-agente’. Este professor-agente estaria atento às pressões e ditames da cultura educacional neoliberal e seu consequente discurso performativo, e escolheria resistir a tais forças, a favor de uma visão mais holística de educação. Esta visão encoraja formas de educação inclusivas, criativas e democráticas, preocupadas em estimular uma consciência social em crianças e jovens, além de se preocupar com a criança como um todo. Essas abordagens educacionais mais holísticas podem incluir metodologias como a Filosofia para Crianças (P4C), Educação em Respeito aos Direitos e a Pedagogia Lenta, que podem não somente promover uma compreensão balanceada e uma experiência mais profunda de educação para professorxs e alunxs, mas também ajudar xs professorxs a resistir ao impacto debilitante do discurso performativo neoliberal, e potencialmente também, portanto, impactar em seu bem-estar e capacidade de manter sua integridade enquanto profissionais. Isto pode também ter o potencial de refrear o intenso êxodo profissional dos novos professores. Minha afirmação é de que, nos engajando com pedagogias como a P4C nesta nova reformulação da educação inicial de professores, poderíamos lograr não somente o estímulo ao Estudante Professor-Agente, mas também, como consequência, desenvolver o Cidadão-Agente nas crianças às quais eles ensinam. Neste artigo, considero quatro áreas essenciais em que proponho que a P4C pode desempenhar um papel neste modelo alternativo de Educação Inicial de Professores: democracia em ação; o professor como professor-facilitador; um espaço de co-construção do conhecimento; e o estímulo da Justiça Social.
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