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Philosophical inquiry with indigenous children: An attempt to integrate indigenous forms of knowledge in philosophyfor/with children

  • Autores: Peter Paul e. Elicor
  • Localización: Childhood & Philosophy, ISSN-e 1984-5987, Vol. 15, Nº. 0, 2019
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Investigación filosófica con niños indígenas: Un intento de integrar formas del saber indígenas en la filosofía con/para niños
    • Investigação filosófica com crianças indígenas: Uma tentativa de integrar formas de saber indígenas na filosofia com/para crianças
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En este artículo propongo integrar formas indígenas de conocimiento en la teoría y práctica de Filosofía para/con Niños. Afirmo que es posible tratar las formas indígenas de conocimiento no solamente como tópicos en los diálogos filosóficos con los niños, sino también como presupuestos de la actividad filosófica misma en el interior de la Comunidad de Investigación. Una integración tal resulta importante por al menos tres (3) razones: Primera, reconocer los modos indígenas de pensar y ver el mundo nos informa sobre otras formas no-dominantes de conocimiento, métodos de producción do conocimiento y criterios para determinar lo que es conocimiento. Segunda, la dominancia de los estándares occidentales de producción y determinación del conocimiento, especialmente en sociedades no-occidentales, necesita ser reducida, balanceada y esclarecida por los saberes y experiencias locales. Y tercera, las formas indígenas de conocimiento refuerzan una Filosofía con/para Niños culturalmente receptiva, que responde a los desafíos de aulas multiculturales y con diversidad étnica. Hay dos (2) posibles intersecciones en las que esta integración puede realizarse, a saber: a) Epistemología, donde afirmo que la integración de una “epistemología de la presentación”, inmanente en los patrones de pensamiento indígena, proporciona un contrapeso en la adhesión de Lipman a una epistemología analítico-representativa; y b) Pedagogía, que gana cuerpo en una Comunidad de Investigación “indigenizada” que resalta los valores de interconexión, de relacionalidad y el estar situados.

    • English

      In this article, I propose to integrate indigenous forms of knowledge in thePhilosophy for/with Children theory and practice. I make the claim that it ispossible to treat indigenous forms of knowledge, not only as topics forphilosophical dialogues with children but as presuppositions of thephilosophical activity itself within the Community of Inquiry. Suchintegration is important for at least three (3) reasons: First, recognizingindigenous ways of thinking and seeing the world informs us of other non-dominant forms of knowledge, methods to produce knowledge and criteriato determine knowledge. Second, the dominance of western standards ofproducing and determining knowledge, especially in non-western societies,needs to be reduced, balanced and informed by local knowledge andexperiences. And third, indigenous forms of knowledge reinforce a culturallyresponsive P4wC that responds to the challenges in multicultural andethnically diverse classrooms. There are two (2) possible intersectionswhere such integration may take place, namely: a) Epistemology, where Iclaim that the integration of a “presentational epistemology” immanent inindigenous patterns of thinking provides a counterweight to Lipman’sadherence to analytic-representational epistemology, and b) Pedagogy,which takes shape in an “indigenized” Community of Inquiry that highlightsthe values of interconnectedness, situatedness and relationality.

    • português

      Neste artigo, proponho integrar formas de conhecimento indígenas na teoria e prática de Filosofia para/com Crianças. Defendo que é possível tratar formas de conhecimento indígenas não só como tópicos em diálogos filosóficos com as crianças, mas como pressupostos da atividade filosófica em uma Comunidade de Investigação. Tal integração é importante por ao menos três (3) razões: Primeira, de que reconhecer os modos indígenas de pensar e suas visões de mundo nos informam sobre outras formas não-dominantes de conhecimento, métodos de produção do conhecimento e critérios determinantes do que é conhecimento. Segunda, que a dominância dos padrões ocidentais de produção e determinação do conhecimento, especialmente em sociedades não-ocidentais, precisa ser reduzida, balanceada e esclarecida pelos saberes e experiências locais. E terceira, que os modos de conhecimento e saber indígenas reforçam uma Filosofia com/para Crianças culturalmente responsável, que responde aos desafios de turmas multiculturais e com diversidade étnica. Há duas (2) possíveis interseções em que esta integração pode realizar-se, a saber: a) Epistemologia, onde afirmo que a integração de uma “epistemologia da apresentação”, imanente em padrões de pensamento indígena, fornece um contrapeso à aderência de Lipman a uma epistemologia analítico-representativa; e b) Pedagogia, que ganha corpo em uma Comunidade de Investigação “indigenizada” que destaca os valores de interconexão, de localização e de relacionalidade.

Los metadatos del artículo han sido obtenidos de SciELO Brasil

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