This article aims to propose some critical reflections on language policies in Guinea-Bissau, especially those aimed at teaching and learning Portuguese as an Additional Language (PLA) during the period of armed struggle against Portuguese colonialism (1963–1973) and after the proclamation unilateral independence of the country in 1973, highlighting the need to adopt language policies that match the linguistic profile of students. We carried out a study based on a methodological approach based on qualitative and bibliographical research, through academic productions published about Guinean education, with authors who focus on the topic. The work collected highlights a perspective of monolingual education in the country, which has a vast linguistic and cultural diversity. Based on the works and reflections made in this article, we understand that language teaching policies must always consider the sociocultural and linguistic diversity of speakers.
Este artigo objetiva propor algumas reflexões críticas sobre as políticas linguísticas na Guiné-Bissau, especialmente aquelas direcionadas ao ensino e aprendizagem de Português como Língua Adicional (PLA) durante período de luta armada contra colonialismo português (1963–1973) e após a proclamação unilateral da independência do país em 1973, destacando a necessidade de adotar políticas linguísticas que coadunem com o perfil linguístico dos alunos. Realizamos um estudo com base em abordagem metodológica alicerçada na pesquisa qualitativa e bibliográfica, por meio de produções acadêmicas publicadas acerca do ensino guineense, com autores que se debruçam sobre o tema. Os trabalhos levantados evidenciam uma perspectiva do ensino monolíngue no país que comporta uma vasta diversidade linguística e cultural. Partindo das obras e das reflexões feitas neste artigo, entendemos que as políticas do ensino das línguas devem sempre levar em conta a diversidade sociocultural e linguística dos falantes.
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