[1]
;
Antônio Paim, Elison
[1]
Brasil
More than simply complying with legislation 10,639/03 and 11,645/08, anti-racist education requires changing epistemologies and methodologies, rethinking our vision of education, society and the world system. In this sense, this article was designed with the desire to contribute to the construction of an education proposal that is open to listening and learning from the black movement, valuing other epistemologies, such as ubuntu philosophy and feeling-thoughfulness. In the search for an anti-racist education experience, we chose to research about and alongside Coletivo Ação Zumbi, a black collective, created in 2003 that operates mainly in the Santa Catarina cities of Florianópolis and São José, where it was a pioneer in promoting racial equality through art, highlighting African and Afro-Brazilian culture, revealing counter-hegemonic memories of Afro-Brazilian origins, rediscovering and retelling the history of Brazil and Santa Catarina.
Mais do que simplesmente cumprir as legislações 10.639/03 e 11.645/08, uma educação antirracista exige modificar as epistemologias e metodologias, repensando nossa visão de educação, sociedade e sistema mundo. Nesse sentido, esse artigo deseja contribuir na construção de uma proposta de educação que esteja aberta a escuta e aprendizado com o movimento negro, valorizando epistemologias como a filosofia ubuntu e o sentipensamento. Na busca por uma experiência de educação antirracista, escolhemos pesquisar sobre e com o Coletivo Ação Zumbi, um coletivo negro, criado em 2003 que atua principalmente nas cidades catarinenses de Florianópolis e São José, onde foi precursor na promoção da igualdade racial através da arte, na valorização da cultura africana e afro-brasileira, revelando memórias contra-hegemônicas de origens afro-brasileiras, reencontrando e recontando a história do Brasil e de Santa Catarina.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados