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A arquitetura do Ubuntu e suas subjetividades no alicerce da construção da humanidade

    1. [1] Universidade Federal da Paraíba

      Universidade Federal da Paraíba

      Brasil

    2. [2] Instituto Federal da Paraíba
  • Localización: Intellèctus, ISSN-e 1676-7640, Vol. 23, Nº. 1, 2024 (Ejemplar dedicado a: Histórias Africanas, pensamentos/ou culturas Afro-brasileiras e Ética Ubuntu - Jan/jun), págs. 27-42
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The Architecture of Ubuntu and its subjectivities at the foundation of the construction of humanity
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The African philosophy of Ubuntu presents itself as fundamental in the construction of human subjectivities through the connections that are established through vital energy, in which humanity perceives itself as plural, diverse, ancestral and biocentric. These interconnected characteristics make humanity visible in a praxis that guides the collective towards cosmic balance. Starting from an Afro-centered cosmoperception combined with bibliographic and philosophical methods, we seek to demonstrate that humanity, even in the face of colonialism, can reinvent itself based on the architecture of Ubuntu, in which the collective, guided by the ethics of ancestry, can build a network of sharing and belonging, so that this architectural model constitutes a pedagogy that can teach the world to collectively live its plurality, giving new meaning to the sense of humanity.  

    • português

      A filosofia africana do Ubuntu se apresenta como fundamental na construção das subjetividades humanas através das conexões que se estabelecem por meio da energia vital, na qual a humanidade se percebe plural, diversa, ancestral e biocêntrica. Essas características interligadas tornam visível a humanidade manifesta em uma práxis que guia o coletivo no sentido do equilíbrio cósmico. Partindo de uma cosmopercepção afrocentrada somada aos métodos bibliográficos e filosóficos, busca-se demonstrar que a humanidade, mesmo diante do colonialismo, pode se reinventar a partir da arquitetura do Ubuntu, na qual o coletivo, orientado pela ética da ancestralidade, pode construir uma rede de partilhas e pertencimentos, de modo que esse modelo de arquitetura se constitui como uma pedagogia que pode ensinar o mundo a viver coletivamente sua pluralidade, ressignificando o sentido de humanidade.


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