Brasil
The history of Science-Technology (ST) present in Physics Textbooks (TB) is usually a story told by men. Starting from the problematic: what is shown about the relationship between gender issues and ST in Physics textbooks contemplated by the Programa Nacional do Livro e do Material Didático 2018? We aimed to characterize the frequency with which mentions of female and male characters related to the development of ST in the area of Natural Sciences and its Technologies appear in Physics TB, analyzing, more specifically, the female mentions.
Methodologically, we followed Discursive Textual Analysis. The results are presented in three categories: i) The masculine as reference: concealment and female character coadjuvation; ii) Visible women and leading figures, but often subject to the shadow of a man; iii) The little discussion about gender in ST and the appeal to sentimentality and motherhood. It was possible to perceive the almost absence of female scientists, the adoption of a sexist language in TB, the mention of this gender almost always linked to a male name, thus being able to demarcate a superiority of men in the ST.
Furthermore, the discussion of gender biases and inequalities in the ST is scarce.
A história da Ciência-Tecnologia (CT) presente nos Livros Didáticos (LD) de Física costuma ser uma história contada por homens.
Partindo da problemática: o que se mostra acerca das relações entre questões de gênero e CT em LD de Física contemplados pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático 2018? Objetivamos caracterizar a frequência com que menções de personagens femininos e masculinos relacionadas/os ao desenvolvimento da CT na área das Ciências da Natureza e suas Tecnologias aparecem em LD de Física, analisando, mais especificamente, as menções femininas. Metodologicamente, seguimos a Análise Textual Discursiva. Os resultados são apresentados em três categorias: i) O masculino como referência: ocultamento e coadjuvação da personagem feminina; ii) Mulheres visíveis e protagonistas, mas frequentemente sujeitas à sombra de um homem; iii) A pouca discussão sobre gênero na CT e o apelo ao sentimentalismo e maternidade. Foi possível perceber a quase ausência de mulheres cientistas, a adoção de uma linguagem sexista nos LD, a menção desse gênero quase sempre vinculado a um nome masculino, podendo demarcar, assim, uma superioridade do homem na CT. Ademais, a discussão sobre preconceitos e desigualdades de gênero na CT é escassa.
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