Brasil
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El término racismo ambiental fue acuñado por Benjamin Franklin Chavis Jr. en 1981 en Estados Unidos y desde entonces, este concepto ha estado cada vez más vinculado a una materialización del racismo estructural. La literatura ha demostrado que la discusión sobre las relaciones étnico-raciales encuentra poco o ningún lugar en los cursos de formación docente y, en el caso de la enseñanza de las ciencias, esta situación es aún más grave, ya que muchos docentes creen que no les corresponde abordar cuestiones como el racismo, los prejuicios y la discriminación. El objetivo de este artículo es presentar una posibilidad de discusión sobre elementos de la educación para las relaciones étnico-raciales, a partir de un marco que nos sustenta, la Educación CTS (Ciencia, Tecnología y Sociedad), y un tema de actualidad: el racismo ambiental. Para ello, desarrollamos una secuencia de actividades utilizando como plantilla para la planificación de estas actividades el eje C – Ciudadanía y Acción de la Herramienta de Evaluación Ciencia-Tecnología-Sociedad (FACTS), la cual resultó ser eficiente, ya que los criterios de esta herramienta, cuando se contemplan, apuntan al desarrollo de una Educación Científica Crítica al trabajar conceptos relacionados con la construcción de ciudadanía y la participación ciudadana.
The term environmental racism was coined by Benjamin Franklin Chavis Jr. in 1981 in the United States and since then, this concept has been increasingly linked to a materialization of structural racism. Literature has shown that the discussion of ethnic-racial relations finds little, or no place, in teacher training courses and, in the case of science teaching, this situation is even more serious, since many teachers believe that it is not appropriate for them to adress issues such as racism, prejudice and discrimination. The objective of this article is to present a possibility of discussing elements of education for ethnic-racial relations, based on a framework that supports us, STS Education (Science, Technology and Society), and a current theme: environmental racism. To this end, we developed a sequence of activities using axis C – Citizenship and Action of the Science-technology-Society Assessment Tool (FACTS) as a template for planning these activities, which proved to be efficient, since the criteria of this tool, when contemplated, point to the development of a Critical Scientific Education when working with concepts related to the construction of citizenship and citizen participation.
O termo racismo ambiental foi cunhado por Benjamin Franklin Chavis Jr. em 1981 nos Estados Unidos e de lá pra cá, este conceito foi sendo cada vez mais atrelado a uma materialização do racismo estrutural. A literatura tem mostrado que a discussão das relações étnico-raciais encontra pouco, ou nenhum lugar, nos cursos de formação de professores e, no caso do Ensino de Ciências, essa situação é ainda mais grave, uma vez que diversos professores acreditam que não cabe a eles abordar questões como racismo, preconceito e discriminação. O objetivo deste artigo é apresentar uma possibilidade de se discutir elementos da educação para as relações étnico raciais, a partir de um referencial que nos embasa, a Educação CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade), e de uma temática atual: o racismo ambiental. Para isso, elaboramos uma sequência de atividades utilizando o eixo C – Cidadania e Ação da Ferramenta Avaliativa Ciência-tecnologia-Sociedade (FACTS) como template para o planejamento destas atividades, o que se mostrou eficiente, uma vez que os critérios desta ferramenta, quando contemplados, apontam para o desenvolvimento de uma Educação Científica Crítica ao se trabalhar com conceitos relacionados à construção da cidadania e à participação cidadã.
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