Brasil
Este estudio explora alternativas de género y sexualidad construidas por grupos étnicos subalternizados que antagonizan las normas resultantes de la cosmovisión de los colonizadores europeos. Apoyamos la tesis de que la resistencia de grupos étnicos subalternizados, dispersos por todo el mundo, pone de relieve visiones del mundo alternativas. Como resultado principal, consideramos que, considerando que en Brasil la Ley nº 11.645, de 10 de marzo de 2008, establece la enseñanza obligatoria de “Historia y Cultura Afrobrasileña e Indígena” en todos los componentes curriculares de la Educación Básica, entendemos que es también el papel de la Enseñanza de las Ciencias para problematizar las nociones biologizantes y reduccionistas del cuerpo, a la luz de lo que nos enseñan los grupos étnicos subalternizados sobre género y sexualidad. Así, el desarrollo y análisis de propuestas de enseñanza de las ciencias que articulan el género, la sexualidad, el colonialismo y las culturas de los pueblos subalternizados es un campo de investigación latente.
Este estudo explora alternativas de gênero e sexualidade construídas por grupos étnicos subalternizados que antagonizam com o que estabelece a norma resultante da cosmovisão dos colonizadores europeus. Sustentamos a tese de que a resistência de grupos étnicos subalternizados, dispersos pelo mundo, evidencia cosmovisões alternativas. Como resultado principal, consideramos que, tendo em vista que no Brasil a Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008 estabelece a obrigatoriedade do ensino de “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” em todos os componentes curriculares da Educação Básica, compreendemos que é papel também do Ensino de Ciências problematizar as noções biologizantes e reducionistas de corpo, à luz do que nos ensinam os grupos étnicos subalternizados sobre gênero e sexualidade. Assim, o desenvolvimento e a análise de propostas de ensino de ciências que articulem gênero, sexualidade, colonialismo e as culturas de povos subalternizados é um campo de pesquisa latente de investigações.
This study explores gender and sexuality alternatives constructed by subalternized ethnic groups that antagonize the norms resulting from the worldview of European colonizers. We support the thesis that the resistance of subalternized ethnic groups, dispersed throughout the world, highlights alternative worldviews. As a main result, we consider that, considering that in Brazil Law nº 11,645, of March 10, 2008 establishes the mandatory teaching of “Afro-Brazilian and Indigenous History and Culture” in all curricular components of Basic Education, we understand that it is also the role of Science Teaching to problematize biologizing and reductionist notions of the body, in light of what subalternized ethnic groups teach us about gender and sexuality. Thus, the development and analysis of science teaching proposals that articulate gender, sexuality, colonialism and the cultures of subalternized peoples is a latent field of investigation.
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