Colombia
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Objetivo: la creciente demanda de comportamiento ético en las empresas por parte de los stakeholders ha sido respondida mediante la responsabilidad social empresarial (RSE). Normativamente, la RSE se ejerce bajo leyes duras (hard law) o leyes blandas (soft law), que incentivan la responsabilidad social sin necesidad de legislación. Recientemente, varios países han legislado sobre la RSE, tradicionalmente voluntaria, aunque la literatura muestra escepticismo académico sobre la efectividad de las leyes obligatorias, debido a diferencias contextuales y axiológicas en el ejercicio de la RSE. Metodología: se ha desarrollado un análisis sistemático de la literatura a 148 documentos científicos sobre la discusión si la RSE debe ser entendida como mandato legal o actuación voluntaria. Resultados: se evidencia una relación entre el reporte no financiero obligatorio y la legitimidad, control, desempeño corporativo e innovación. Asimismo, se argumenta a favor de mantener el carácter voluntario de la RSE como obligación moral. Conclusiones: los principales resultados muestran que las empresas deben conciliar sus intereses con los de sus stakeholders con una base axiológica que trascienda el mandato legal. Este documento tiene implicaciones académicas, empresariales y legales, que proporcionan elementos de juicio para conciliar lo axiológico con lo jurídico.
Objective: The growing demand for ethical behavior in businesses by stakeholders has been addressed through Corporate Social Responsibility (CSR). Normatively, CSR is practiced under hard law or soft law, which incentivize social responsibility without requiring legislation. Recently, several countries have enacted laws on CSR, traditionally voluntary, although the literature shows academic skepticism about the effectiveness of mandatory laws due to contextual and axiological differences in CSR practice. Methodology: A systematic literature review of 148 scientific documents was conducted to discuss whether CSR should be understood as a legal mandate or voluntary action. Results: A relationship is evident between mandatory non-financial reporting and legitimacy, control, corporate performance, and innovation. Additionally, arguments are made in favor of maintaining CSR as a moral obligation rather than a legal requirement. Conclusions: The main findings indicate that companies should reconcile their interests with those of their stakeholders based on axiological principles that ranscend legal mandates. This document has academic, business, and legal implications, providing insights for reconciling axiological and legal considerations.
Objetivo: a crescente demanda por comportamento ético nas empresas por parte dos stakeholders tem sido atendida por meio da responsabilidade social empresarial (RSE). Normativamente, a RSE é exercida sob leis rígidas (hard law) ou leis flexíveis (soft law), que incentivam a responsabilidade social sem necessidade de legislação. Recentemente, vários países legislaram sobre a RSE, tradicionalmente voluntária, embora a literatura mostre ceticismo acadêmico sobre a eficácia das leis obrigatórias, devido a diferenças contextuais e axiológicas na prática da RSE. Metodologia: foi desenvolvido um análise sistemática da literatura de 148 documentos científicos sobre a discussão se a RSE deve ser entendida como mandato legal ou ação voluntária. Resultados: evidenciou-se uma relação entre o relatório não financeiro obrigatório e a legitimidade, controle, desempenho corporativo e inovação. Além disso, argumenta-se a favor da manutenção do caráter voluntário da RSE como uma obrigação moral. Conclusões: os principais resultados mostram que as empresas devem conciliar seus interesses com os de seus stakeholders com uma base axiológica que transcenda o mandato legal. Este documento tem implicações acadêmicas, empresariais e legais, fornecendo elementos de julgamento para conciliar o axiológico com o jurídico.
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