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Autismo, neuronas espejo y ser-en-el-mundo: una aproximación de la neurofisiología a la neurofenomenología

    1. [1] Universidad de Manizales

      Universidad de Manizales

      Colombia

  • Localización: Ánfora: Revista Científica de la Universidad Autónoma de Manizales, ISSN-e 2248-6941, ISSN 0121-6538, Vol. 32, Nº. 58, 2025, págs. 45-70
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Autismo, neurônios-espelho e ser-no-mundo: uma abordagem da neurofisiologia à neurofenomenologia
    • Autism, Mirror Neurons, and Being-in-the-World: An Approach from Neurophysiology to Neurophenomenology
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El autismo se ha conceptualizado como una alteración del neurodesarrollo y como una forma diferente de la cognición humana. Desde la neurofisiología, se ha investigado el sistema de neuronas espejo (SNE) en el autismo, centrándose en datos mensurables. La neurofenomenología propone integrar la evidencia científica con la experiencia subjetiva. Objetivo: comprender la relación entre subjetividad y cerebro, abarcando los procesos neuronales implicados en el autismo y la experiencia de primera persona de un grupo de niños, niñas y adolescentes de la ciudad de Manizales. Metodología: investigación mixta, de tipo descriptivo e inferencial, con inclusión de información cualitativa, abordada desde un enfoque fenomenológico interpretativo. Participaron 35 menores entre 6 y 16 años y 19 pares controles. Resultados: los participantes autistas demostraron mayor heterogeneidad en el comportamiento del SNE y en su relación con el mundo, tanto respecto a los participantes controles como entre ellos mismos. Se construyó una propuesta de educación inclusiva denominada «Neurodiversidad», ganadora del segundo lugar en el Premio Cívico Retos con los ODS. Conclusiones: se demostró la importancia de integrar la evidencia neurofisiológica con la experiencia de primera persona, permitiendo una comprensión amplia del objeto de estudio y sus aplicaciones en contexto

    • English

      Autism has been conceptualized as a neurodevelopmental disorder and as a different form of human cognition. From a neurophysiological perspective, the mirror neuron system (MNS) in autism has been investigated, focusing on measurable data. Neurophenomenology proposes to integrate scientific evidence with subjective experience. Objective: to understand the relationship between subjectivity and the brain, covering the neural processes involved in autism and the first-person experience of a group of children and adolescents from the city of Manizales. Methodology: mixed research, descriptive and inferential, including qualitative information, approached from an interpretive phenomenological approach. 35 children between 6 and 16 years old and 19 control peers participated. Results: autistic participants demonstrated greater heterogeneity in the behavior of the MNS and in their relationship with the world, both with respect to control participants and among themselves. A proposal for inclusive education called “Neurodiversity” was built, which won second place in the Premio Cívico Retos con los ODS. Conclusions: the importance of integrating neurophysiological evidence with first-person experience was demonstrated, allowing a broad understanding of the object of study and its applications in context.

    • português

      O autismo tem sido conceitualizado como uma alteração do neurodesenvolvimento e como uma forma diferente de cognição humana. A partir da neurofisiologia, o sistema de neurônios-espelho (SNE) no autismo tem sido investigado, com foco em dados mensuráveis. A neurofenomenologia propõe integrar a evidência científica com a experiência subjetiva. Objetivo: compreender a relação entre subjetividade e cérebro, abrangendo os processos neurais implicados no autismo e a experiência em primeira pessoa de um grupo de crianças e adolescentes da cidade de Manizales. Metodologia: pesquisa mista, de natureza descritiva e inferencial, com inclusão de informações qualitativas, abordadas a partir de uma abordagem fenomenológica interpretativa. Participaram 35 menores com idades entre 6 e 16 anos e 19 pares controle. Resultados: os participantes autistas demonstraram maior heterogeneidade no comportamento do SNE e na sua relação com o mundo, tanto em comparação aos participantes controle quanto entre eles próprios. Foi construída uma proposta de educação inclusiva denominada «Neurodiversidade», vencedora do segundo lugar no Prêmio Cívico Desafios com os ODS. Conclusões: foi demonstrada a importância de integrar a evidência neurofisiológica com a experiência em primeira pessoa, permitindo uma compreensão ampla do objeto de estudo e suas aplicações no contexto


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