Brasil
Analizamos aquí cómo la historia oral puede ayudar al desarrollo de investigaciones en educación desde una perspectiva decolonial. Como método, ha abierto posibilidades para la producción científica en el campo de las ciencias humanas y sociales, al destacar los aportes y retratar las realidades de grupos que tienen en la oralidad su principal soporte de difusión cultural, y al utilizar la memoria como recurso para comprender los fenómenos sociales, conectando las subjetividades a las relaciones estructurales de la sociedad. El trabajo resulta de un levantamiento bibliográfico que compone una tesis doctoral en educación que se apoyó en la historia oral como soporte metodológico (CUSICANQUI, 1987; PORTELLI, 2016) y en el pensamiento decolonial, como referente epistemológico (QUIJANO, 1992; MALDONADO TORRES, 2019; MIGNOLO, 2003). Concluimos que la historia oral permite reconocer aspectos de la colonialidad presentes dentro de la escuela y también ayuda a comprender el papel de los sujetos y su agencia, como factor de decolonialidad en la vida cotidiana de la institución.
Here we analyze how oral history can help in the development of research in education from a decolonial perspective, because, while a method, it opened possibilities to scientific production in the field of human and social sciences, by emphasizing the contributions and portraying the realities of groups that have orality as the main support of cultural diffusion, and when using the memory as a resource to comprehension of social phenomena, linking subjectivities to the structural relations of society. The work results from a bibliographical survey that composes a doctoral thesis in education that used oral history as a methodological contribution (CUSICANQUI, 1987; PORTELLI, 2016) and with decolonial thinking as an epistemological reference (QUIJANO, 1992; MALDONADO TORRES, 2019; MIGNOLO, 2003). We concluded that oral history allows us to recognize aspects of coloniality present within schools and also helps in understanding the role of subjects and their way of acting, as a factor of decoloniality in the institution's daily life.
Aqui analisamos como a história oral pode auxiliar no desenvolvimento de pesquisas em educação em perspectiva decolonial, pois, enquanto método, abriu possibilidades à produção científica no campo das ciências humanas e sociais, ao enfatizar as contribuições e retratar as realidades de grupos que tem a oralidade como principal suporte de difusão cultural, e por usar a memória como recurso para a compreensão de fenômenos sociais, interligando subjetividades às relações estruturais da sociedade. O trabalho resulta de um levantamento bibliográfico que compõe uma tese de doutorado em educação que contou com a história oral como aporte metodológico (CUSICANQUI, 1987; PORTELLI, 2016) e com o pensamento decolonial, enquanto referência epistemológica (QUIJANO, 1992; MALDONADO TORRES, 2019; MIGNOLO, 2003). Concluímos que a história oral permite reconhecer aspectos da colonialidade presentes no interior das escolas e auxilia também na compreensão do papel dos sujeitos e sua agência, enquanto fator de decolonialidade no cotidiano da instituição.
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