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Magalhães, Juan
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Brasil
En Ciencias Humanas, la comparación ha sido muy importante para la investigación científica y muy utilizada por los fundadores de verdaderas escuelas académicas como Karl Marx y Max Weber. De esta manera, muchos historiadores, científicos sociales, filósofos y otros lo utilizan ampliamente. Sin embargo, en nuestras universidades prevalece el eurocentrismo, es decir, el método comparado sigue guiándose por una perspectiva colonialista, sin cuestionar sus valores, prejuicios, culturas y su supuesto universalismo. El hecho es que mucho se ha escrito sobre la relevancia de la comparación en la investigación científica, pero poco o nada relacionado con perspectivas decoloniales y libertarias. En este sentido, pretendemos llenar este vacío contribuyendo a la comprensión de su importancia en la aplicación del método comparativo. De esta forma, colaboraremos para una interpretación que combata el racismo epistémico en las ciencias humanas y en el método comparado.
In Human Sciences, comparison has been very important for scientific investigation and widely used by founders of true academic schools such as Karl Marx and Max Weber. As a result, many historians, social scientists, philosophers, and others use it extensively. Nevertheless, Eurocentrism prevails in our universities, that is, the comparative method continues to be guided by a colonialist perspective, not contesting its values, prejudices, cultures and its supposed universalism. The fact is that much has been written about the relevance of comparison in scientific research, but little or nothing related to decolonial and libertarian perspectives. In this sense, we aim to fill this gap, using decolonial and libertarian criticism as a theoretical framework and methodologically some examples of comparison in two specific fields: History and Political Science. In this way, we will collaborate for an interpretation that fights epistemic racism in the human sciences and in the comparative method.
Nas Ciências Humanas, a comparação tem sido muito importante para a investigação científica e amplamente utilizada por fundadores de verdadeiras escolas acadêmicas como Karl Marx e Max Weber. Por consequência, muitos historiadores, cientistas sociais, filósofos e outros a utilizam largamente. Não obstante, vigora nas nossas universidades o eurocentrismo, isto é, o método comparado continua guiado por uma perspectiva colonialista, não contestando seus valores, preconceitos, culturas e seu suposto universalismo. Fato é que muito se tem escrito sobre a relevância da comparação nas pesquisas científicas, mas pouco ou quase nada relacionada com as perspectivas decoloniais e libertárias. Nesse sentido, objetivamos preencher essa lacuna, utilizando como referencial teórico a crítica decolonial e libertária e metodologicamente alguns exemplos de comparação em dois campos específicos: da História e da Ciência Política. Desta maneira, colaboraremos para uma interpretação que combata o racismo epistêmico nas ciências humanas e no método comparado.
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