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Decolonialidade e Geografia escolar nos anos iniciais: o livro didático e a lei 11.645/2008 em Vilhena (RO)

    1. [1] Universidade Federal de Rondônia

      Universidade Federal de Rondônia

      Brasil

    2. [2] Instituto Federal Baiano, Xique-Xique
  • Localización: Interritórios, ISSN-e 2525-7668, Vol. 9, Nº. 18, 2023 (Ejemplar dedicado a: Revista de Educação Interritórios), págs. 1-30
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Decolonialidad y Geografía escolar en los primeros años: el libro didáctico y la Ley 11.645/2008 en Vilhena (RO)
    • Decoloniality and Geography at school in the early years: the textbook and the law 11.645/2008 in Vilhena (RO)
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Éste trabajo abordó las posibles relaciones entre el pensamiento decolonial y la enseñanza de la geografía escolar indígena, en los primeros años, en los Libros Didácticos (DL) distribuidos por Semed de Vilhena (RO); en particular, como los libros de la colección “Bem-me-quer Mais”, que tratan la cuestión indígena a la luz de la ley nº 11.645/2008 y si, de alguna manera, traen la cuestión decolonial al interior de la contenidos trabajados. La metodología utilizada se basa en el análisis documental, bibliográfico y cualitativo. El acervo analizado tiene poco o ningún diálogo con la ley 11.645/2008 y la teoría decolonial. Uma vez que la Base Curricular Común Nacional (BNCC) trabaja la interculturalidad en sus unidades temáticas, lo más que há alcanzado la colección há sido en una interculturalidad formal. La perspectiva decolonial parte de la dinâmica de que los países y pueblos considerados subordinados, frente al sistema económico social global, pueden estar en una posición de protagonismo en el campo de la cultura, la ciencia, la economía, etcétera. Así, la ausencia de este tipo de posicionalidad, respecto a lo indígena en el material didáctico, termina reforzando estigmas y procesos de subordinación. También se verifica que la etnografía no es unánime en los libros de didácticos, en la academia y en las aulas, y todavia hay un silenciamiento de los discursos de los grupos minoritarios, entre ellos, los indígenas.

    • English

      The present work addresses the possible relations between decolonial thinking and the teaching of Indigenous School Geography, in the early years, within the Didactic Books (DB) distributed by the Municipal Secretary of Education of Vilhena (RO); in particular, how the books in the ‘Bem-me-quer Mais’ collection deals with indigenous issues according to the law nº 11.645/2008 and if, in some way, they bring the decolonial question into the interior of the contents treated. The methodology used is based on documental, bibliographical and qualitative analysis. Although the National Common Curricular Base (BNCC) works with interculturality in its thematic units, the maximum that the collection has advanced was in a formal interculturality. The decolonial perspective starts from the dynamics that countries and peoples considered subaltern, facing the global social economic system, can be in a leading position in the field of culture, science, economy, etc. So, in the absence of this type of positionality, in relation to the indigenous quests in didactic material, ends up reinforcing the stigmas and processes of subalternization. It seems that ethnography is not unanimous in textbooks, in the academy and in classrooms, and there is still a lack of voice speeches of minority groups, among them, the indigenous people.

    • português

      Este trabalho abordou as relações possíveis entre o pensamento decolonial e o ensino da Geografia escolar indígena, nos anos iniciais, nos Livros Didáticos (LDs) distribuídos pela Semed de Vilhena (RO); em especial, como os livros da coleção “Bem-me-quer Mais”, que tratam as questões indígenas à luz da lei nº 11.645/2008 e se, de alguma forma, trazem a questão decolonial para o interior dos conteúdos trabalhados. A metodologia utilizada pauta-se na análise documental, bibliográfica e qualitativa. A coleção analisada pouco ou nada dialoga com a lei 11.645/2008 e a teoria decolonial. Ainda que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) trabalhe com a interculturalidade em suas unidades temáticas, o máximo que a coleção avançou foi em uma interculturalidade formal. A perspectiva decolonial parte da dinâmica de que os países e povos considerados subalternos, frente ao sistema econômico social global, possam estar em uma posição de protagonismo no campo da cultura, ciência, economia etc. Assim, a ausência desse tipo de posicionalidade, quanto às questões indígenas em material didático, acaba por reforçar os estigmas e processos de subalternização. Verifica-se, ainda, que a etnografia não é uma unanimidade nos LDs, na academia e nas salas de aula, e que há, ainda, um silenciamento das falas dos grupos minoritários, dentre eles, os indígenas.


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