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Corporalidades Migrantes: Imaginarios y Agencias de Mujeres y Disidencias Adolescentes en la Escuela

    1. [1] University of Southampton

      University of Southampton

      GB.ENG.M4.24UJ, Reino Unido

  • Localización: Revista latinoamericana de educación inclusiva, ISSN 0718-5480, ISSN-e 0718-7378, Vol. 18, Nº. Extra 0, 2024, págs. 45-63
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Corporações Migrantes: Imaginários e Agências de Mulheres e Adolescentes Desidentes na Escola
    • Migrant Bodies: Imaginaries and Agencies of Women and Queer Youth in School
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El aumento de estudiantes migrantes provenientes de Latinoamérica y el Caribe en las escuelas chilenas ha suscitado un incipiente interés por comprender la intersección entre migración, sexualidad y cuerpo en el entorno educativo. Estudios previos indican que las comunidades a menudo perciben al estudiantado migrante como hipersexualizado o más “corporal” respecto de sus comportamientos y vinculaciones sexoafectivas, lo que se relaciona con procesos de racialización y sexualización sobre sus cuerpos. El presente artículo explora los imaginarios y agencias de adolescentes mujeres y disidencias migrantes para profundizar en la construcción de la imagen corporal en un liceo de mujeres de Santiago de Chile. Basándose en entrevistas en profundidad y grupos focales con adolescentes de cuarto año medio, los resultados revelan que la imagen corporal es un ámbito de contradicciones para las estudiantes. Mientras se enfrentan a ideales de belleza dominantes también aspiran a una relación saludable con sus cuerpos en la búsqueda por amor propio. Estos desafíos se acentúan en las adolescentes migrantes debido a los imaginarios asociados a sus países de origen. No obstante, las creencias feministas actúan como un factor protector y la escuela en cuanto institución feminizada se transforma en un espacio seguro para la deconstrucción de los estereotipos corporales.

    • English

      The increase of Latin American and Caribbean migrant students in Chilean schools raises a developing interest in understanding the intersection between migration, sexuality and the body in educational settings. Previous studies suggest that the school communities often perceive migrant students as hypersexualised in terms of their behaviours and sex-affective relationships, which is linked to processes of racialisation and sexualisation of their bodies. This article explores the imaginaries and agencies related to body image among adolescent girls and queer migrants in an all-girls high school in Santiago, Chile. Based on in-depth interviews and focus groups with adolescents in their final year of high school, the results show that body image is an area of contradiction for the students. While confronted with dominant beauty standards, they strive for a healthy relationship with their bodies and self-love. These challenges are exacerbated for adolescent migrants due to the body images associated with their countries of origin. However, feminist beliefs act as a protective factor and the school, as a feminised institution, becomes a safe space for deconstructing body stereotypes.

    • português

      O aumento do número de alunos migrantes da América Latina e do Caribe nas escolas chilenas despertou um interesse emergente em compreender a interseção entre migração, sexualidade e corpo no ambiente educacional. Estudos anteriores indicam que as comunidades frequentemente percebem os alunos migrantes como hipersexualizados ou mais “corporais” em seus comportamentos e vínculos afetivos sexuais, o que está relacionado a processos de racialização e sexualização de seus corpos. Este artigo explora os imaginários e as agências de adolescentes do sexo feminino e dissidentes migrantes a fim de aprofundar a construção da imagem corporal em uma escola de ensino médio para mulheres em Santiago do Chile. Com base em entrevistas aprofundadas e grupos focais com adolescentes do quarto ano do ensino médio, os resultados revelam que a imagem corporal é uma área de contradições para as alunas. Embora confrontadas com os ideais dominantes de beleza, elas também aspiram a um relacionamento saudável com seus corpos na busca pelo amor próprio. Esses desafios são acentuados nas adolescentes migrantes devido aos imaginários associados aos seus países de origem. Entretanto, as crenças feministas atuam como um fator de proteção e a escola, como instituição feminizada, torna-se um espaço seguro para a desconstrução de estereótipos corporais.


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