Argentina
El estrés oxidativo es causado por la sobreproducción de especies reactivas de oxígeno que generan un en la capacidad antioxidante celular. Eneste estudio, se analizó mediante la determinación de la quimioluminiscencia (expresada como cuentas por minuto) y sustancias reactivas del ácidotiobarbitúrico, el efecto del ácido alfa-lipoico en microsomas aislados de cerebro y corazón de rata. El estrés oxidativo se indujo sometiendo a las muestras a un sistema prooxidante ascorbato-Fe++-dependiente a 37 °C durante 120 minutos. Se comparó el efecto inhibitorio del ácido alfa-lipoico utilizando diferentes concentraciones del mismo, correspondientes a 50, 150 y 250 µg por mg de proteína microsomal. Se realizaron simultáneamente controles sin la adición del prooxidante. Se observó en los microsomas de ambos órganos un aumento significativo de la emisión lumínica y el malondialdehído en el grupo ascorbato-Fe++. El análisis en los niveles de quimioluminiscencia y sustancias reactivas del ácido tiobarbitúrico indicó que el ácido alfa-lipoico actuó como un antioxidante que protegió a los microsomas del corazón de rata del daño por la peroxidación lipídica en todas las dosis ensayadas. En microsomas cerebrales, se observó que el ácido alfa-lipoico actuó como antioxidante solo a la dosis de 150 µg/ml. En este último caso, será necesario probar nuevas dosis del mismo para demostrar los efectos sobre estas membranas. En conclusión, el ácido alfa-lipoico actuó como un antioxidante protector de las membranas de ambos órganos frente al daño peroxidativo
O estresse oxidativo é causado pela superprodução de espécies reativas de oxigênio que geram um desequilíbrio na capacidade antioxidante celular. Neste estudo, o efeito do ácido alfa-lipóico em microssomas isolados de cérebro e coração de ratos foi analisado pela determinação da quimioluminescência (expressa em contagens por minuto) e substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico. O estresse oxidativo foi induzido submetendo as amostras a um sistema pró-oxidante dependente de ascorbato-Fe++ a 37 °C por 120 minutos. O efeito inibitório do ácido alfa-lipóico foi comparado usando diferentes concentrações do mesmo, correspondendo a 50; 150 e 250 µg por mg de proteína microssomal. Os controles foram realizados simultaneamente sem a adição do pró-oxidante. Um aumento significativo na emissão de luz e malondialdeído foi observado nos microssomos de ambos os órgãos no grupo ascorbato-Fe++. A análise dos níveis de quimioluminescência e das substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico indicou que o ácido alfa-lipóico atuou como um antioxidante que protegeu os microssomos cardíacos de ratos contra danos por peroxidação lipídica em todas as doses testadas. Nos microssomas cerebrais, observou-se que o ácido alfa-lipóico atua como antioxidante apenas na dose de 150 µg/ml. Neste último caso, será necessário testar novas doses para demonstrar os efeitos nessas membranas. Em conclusão, o ácido alfa-lipóico atuou como um antioxidante para proteger as membranas de ambos osórgãos contra danos peroxidativos.
Oxidative stress is caused by the overproduction of reactive oxygen species that generate an imbalance in the cellular antioxidant capacity. In this study, the effect of alpha-lipoic acid on microsomes isolated from rat brain and heart was analyzed by determining chemiluminescence (expressed as counts per minute) and thiobarbituric acid reactive substances. Oxidative stress was induced by subjecting the samples to an ascorbate-Fe++-dependent pro-oxidant system at 37 °C for 120 minutes. The inhibitory effect of alpha-lipoic acid was compared using different concentrations thereof, corresponding to 50, 150 and 250 µg per mg of microsomal protein. Controls were performed simultaneously without the addition of the prooxidant. A significant increase in light emission and malondialdehyde was observed in the microsomes of both organs in the ascorbate-Fe++ group. Analysis of chemiluminescence levels and thiobarbituric acid reactive substances indicated that alpha-lipoic acid acted as an antioxidant that protected rat heart microsomes from damage by lipid peroxidation at all doses tested. In brain microsomes, alpha-lipoic acid was observed to act as an antioxidant only at the 150 µg/ml dose. In the latter case, it will be necessary to test new doses of it to demonstrate the effects on these membranes. In conclusion, alpha-lipoic acid acted as an antioxidant to protect the membranes of both organs against peroxidative damage
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