Brasil
Este artículo es una reflexión sobre las experiencias, caminos y adaptación de un curso de Portugués como Lengua de Acogida (PLAc) durante la pandemia de Covid-19. En este contexto, nos basamos teóricamente en los supuestos de Braga (2013), Carvalho, Sataka y Rozenfeld (2023) y Kenski (2005, 2008) sobre la Enseñanza y el Aprendizaje de Lenguas Extranjeras vinculadas al uso de tecnologías y Ançã (2003), Grosso (2010) y Costa e Silva (2020) sobre la enseñanza de PLAC. Las reflexiones sobre este proceso presentan formas de garantizar un acceso de calidad a la enseñanza de la lengua portuguesa y la cultura brasileña para personas en situación de migración mediante el uso de tecnología y herramientas digitales en un contexto en línea. Los resultados de la investigación indican que es posible trabajar con PLAc desde la perspectiva de la interactividad en línea y que la continuidad del curso a distancia fue fundamental para el aprendizaje y consecuentemente para la inserción de este público en la sociedad brasileña.
This article is a reflection on the experiences, paths, and adaptation of a PLAc course during the Covid-19 pandemic. In this context, we are theoretically based on the assumptions of Braga (2013), Carvalho, Sataka, and Rozenfeld (2023), Kenski (2005,2008) on the Teaching and Learning of Foreign Languages linked to the use of technologies, and Ançã (2003), Grosso (2010) and Costa e Silva (2020) about teaching PLAC. Reflections on this process are ways to guarantee quality access to teaching the Portuguese language and Brazilian culture for people in refugee situations using technology and digital tools in an online context. The research results indicate that it is possible to work with PLAc from the perspective of online interactivity and that the continuity of the remote course was essential for learning and, consequently, for the insertion of this audience in Brazilian society.
O presente artigo é uma reflexão sobre as experiências, percursos e adaptação de um curso de PLAc para o ensino remoto emergencial durante a pandemia da COVID-19. Neste contexto, pautamo-nos teoricamente nos pressupostos de Braga (2013), Carvalho, Sataka e Rozenfeld (2023), Kenski (2005, 2008) sobre o Ensino e Aprendizagem de Línguas Estrangeiras atrelado ao uso de tecnologias e Ançã (2003), Grosso (2010) e Costa e Silva (2020) acerca do ensino de PLAC. As reflexões sobre tal processo revelaram novos caminhos para garantir o acesso de qualidade ao ensino da Língua Portuguesa e cultura brasileira para pessoas em situação de refúgio por meio do uso da tecnologia e de ferramentas digitais em contexto on-line. Os resultados da pesquisa indicam que é possível trabalhar com PLAc a partir da perspectiva de interatividade on-line e que a continuidade do curso remoto foi essencial para a aprendizagem e consequentemente para a inserção deste público na sociedade brasileira.
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