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Barraza Ramos, Felipe Andrés
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Gavilanes De Souza, Ricardo Andrés
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Rojas Cornejo, Nicolás Iván
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Santiago, Chile
Desde el fin de la dictadura cívico-militar en Chile, se han hecho modificaciones a las normativas que regulan las medidas punitivas y las sanciones que pueden marginar a estudiantes de la escuela. En esta investigación, se busca revisar cómo se han instalado en ese proceso las medidas de expulsión o cancelación de matrícula como políticas de seguridad en la escuela en Chile. Para eso, se revisaron leyes, decretos y documentos de políticas en el ámbito de la Convivencia Escolar desde el año 2000 a la actualidad. Se logra apreciar una transición, desde las primeras regulaciones que buscaban detener los excesos y los abusos que permitía la legislación y que eran herencia del régimen militar; hacia regulaciones enmarcadas en un paradigma de la escuela segura, que se instala en el marco de las movilizaciones de estudiantes secundarias/os.
Since the end of the civic-military dictatorship in Chile, modifications have been made to the regulations governing punitive measures and sanctions that can marginalize students from school. In this research, we aim to examine how have been incorporated into this process expulsion or cancellation of enrollment measures as security policies in Chilean schools. To do this, we reviewed laws, decrees, and policy documents in the field of School Coexistence from the year 2000 to the present. A transition can be observed, from the initial regulations that sought to stop the excesses and abuses permitted by the legislation inherited from the military regime, towards regulations framed within a paradigm of a safe school, which emerged in the context of secondary student mobilizations.
Desde o fim da ditadura cívico-militar no Chile, foram feitas modificações nas normativas que regulam as medidas punitivas e as sanções que podem marginalizar estudantes da escola. Nesta pesquisa, busca-se revisar como as medidas de expulsão ou cancelamento de matrícula foram instaladas neste processo como políticas de segurança na escola do Chile. Para isso, foram revisadas leis, decretos e documentos políticos no âmbito da Convivência Escolar desde o ano 2000 até o presente. Pode-se observar uma transição, desde as primeiras regulamentações que buscavam deter os excessos e os abusos permitidos pela legislação e que eram herança do regime militar; em direção a regulamentações enquadradas num paradigma de escola segura, que se instala no contexto das mobilizações de estudantes secundários.
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