Este artículo surge de la lectura de otro. Su objetivo es, bajo mi óptica, exponer los errores que se cometen, muchas veces por falta de profundización, otras por una tradición clínica que ya no se sustenta más, otras simplemente por cierto corporativismo que acaba pisoteando un sector profesional que ya se encuentra demasiado discriminado y desvalorizado – el de la Educación, que es el que tiene que aprender a mirar a esta enorme población de cerca del 10% en cualquier país, provincia, ciudad o escuela como un conjunto de seres humanos que precisan tener oportunidad para desenvolver sus potenciales. Para ello presento un breve panorama de la evolución histórica de los tests psicométricos y su relación con los conceptos de inteligencia, pasando después a exponer una definición de Altas Habilidades/Superdotación (AH/SD) que es la que considero más apropiada y me orienta. A continuación, discuto las interpretaciones de las AH/SD como enfermedad o trastorno, que infelizmente se han intentado adoptar a partir de ideas provenientes del área de la salud y finalmente la pretendida y peligrosa intención de clasificarlas, digamos, como una “incapacidad positiva”, antes de tejer algunas consideraciones finales que surgen a partir de estas reflexiones.
This article arises from the reading of another one. Its objective is, under my opinion, to expose the errors that are committed, often due to a lack of depth, others due to a clinical tradition that is no longer sustained, others simply because of a certain corporativism that ends up trampling on a professional sector that is already too discriminated and devalued – that of Education, which is the one which has to learn to look at this huge population of about 10% in any country, province, city or school as a group of human beings who need to have the opportunity to develop their potential. Therefore, I present a brief overview of the historical evolution of the psychometric tests, and their relationship with the concepts of intelligence, then moving on to present a definition of High Abilities/Giftedness (HA/GT) which is the one I consider most appropriate and guides me. Then after, I discuss the interpretations of HA/GT as a disease or disorder, which unfortunately are trying to be adopted as a result of ideas originated in the health field, and finally the intended and dangerous attempt of classify them as, let’s say, a “positive disability”, before weaving some final considerations arising from these reflections.
Este artigo surge da leitura de outro. Seu objetivo é, sob minha ótica, expor os erros que são cometidos, muitas vezes por falta de profundidade, outros por uma tradição clínica que já não se sustenta, outros simplesmente por um certo corporativismo que acaba por atropelar um setor profissional que já é demasiado discriminado e desvalorizado - o da Educação, que é o que tem que aprender a olhar para essa enorme população de cerca de 10% em qualquer país, província, cidade ou escola como um conjunto de seres humanos que precisam ter a oportunidade de desenvolver seu potencial. Para isso, apresento um breve panorama da evolução histórica dos testes psicométricos e sua relação com os conceitos de inteligência, passando depois a expor uma definição de Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD), que é a que considero mais apropriada e me orienta. A continuação, discuto as interpretações das AH/SD como uma doença ou distúrbio, que infelizmente têm se tentado adotar a partir de ideias provenientes da área da saúde e finalmente a pretensa e perigosa intenção de classifica-las, digamos, como uma “incapacidade positiva”, antes de tecer algumas considerações finais que surgem dessas reflexões.
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