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Discursos de agentes comunitários de saúde sobre barreiras na atenção às mulheres em situações de violência

    1. [1] Universidade Federal de Campina Grande

      Universidade Federal de Campina Grande

      Brasil

    2. [2] Secretaria de Educação do Estado do Ceará
    3. [3] Universidade Estadual do Ceará-UECE
  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 17, Nº. 38, 2023 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con)Textos Linguísticos), págs. 83-103
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Discourses of community health workers on barriers in the care of women in violence situations
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      O vínculo que Agentes Comunitários de Saúde estabelecem com as famílias cria oportunidades para que violências contra as mulheres sejam identificadas e a situação, acompanhada pela equipe de saúde. Apesar disso, os Agentes Comunitários de Saúde relatam dificuldades para concretizar essas ações. O objetivo deste estudo foi analisar os discursos de Agentes Comunitários de Saúde sobre as barreiras que dificultam a abordagem da violência contra as mulheres na Atenção Primária à Saúde. Realizou-se um estudo qualitativo, fundamentado na Análise de Discurso Crítica, em sua vertente Dialético-Relacional (Fairclough, 2003), com a participação de 33 Agentes Comunitários de Saúde de Fortaleza, Ceará, Brasil. A interdiscursividade firmou-se como categoria analítica para a compreensão dos discursos que foram analisados numa abordagem interdisciplinar, considerando contribuições de autores sobre Ideologia (Thompson, 2011), Estudos Culturais (Woodward, 2014) e Estudos de Gênero (Segato, 2003). Organizaram-se os resultados nos temas: processos de trabalho; caracterizações do território e dos atores sociais; concepções sobre violência; barreiras. Conclui-se que a superação de barreiras para o enfrentamento das violências depende de processos formativos adequados e de modelos de gestão que valorizem o trabalho do Agente Comunitário de Saúde.

    • English

      The bond that Community Health Workers establish with families creates opportunities for the violence against women to be identified and the situation monitored by the health team. Despite this, Community Health Workers report difficulties in implementing these actions. The objective of this study was to analyze the discourses of Community Health Workers about the barriers that make it difficult to address violence against women in Primary Health Care. A qualitative study was carried out, based on Critical Discourse Analysis, in its Dialectical-Relational approach (Fairclough, 2003), with the participation of 33 Community Health Workers from Fortaleza, Ceará, Brazil. Interdiscursivity was established as an analytical category for understanding the discourses, which were analyzed in an interdisciplinary approach, considering contributions from authors on Ideology (Thompson, 2011), Cultural Studies (Woodward, 2014) and Gender Studies (Segato, 2003). The results were organized into themes: work processes; characterizations of the territory and social actors; conceptions about violence; barriers. It is concluded that overcoming barriers to coping with violence depends on adequate training processes and management models that value the work of Community Health Workers.


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