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Erro e ritmo: Herberto Helder e o projeto nietzschiano de transvaloração de todos os valores

    1. [1] Universidade Do Porto

      Universidade Do Porto

      Santo Ildefonso, Portugal

  • Localización: Abril: Revista do Estudos de Literatura Portuguesa e Africana - NEPA UFF, ISSN-e 1984-2090, Vol. 15, Nº. 30, 2023 (Ejemplar dedicado a: Poesia e erro), págs. 99-118
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Error and rhythm: Herberto Helder and the Nietzschean project of revaluation of all values
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Herberto Helder é um herdeiro privilegiado de Nietzsche. Reciprocamente, a filosofia nietzschiana oferece fortes subsídios à leitura do poeta. Este ensaio pretende inventariar uma pequena fração deste rico parentesco. Para demonstrar que Herberto Helder concretiza no plano artístico a transvaloração de todos os valores que Nietzsche projeta em âmbito filosófico, são examinadas as noções helderiano-nietzschianas de “erro” e “ritmo”, a partir das quais o poeta investe sua escrita do vigor crítico e da eficácia produtiva que distinguem a obra do filósofo. Com a noção de “erro”, Herberto Helder desmantela o fundamento moral dos valores do Ocidente. Com a ideia de “ritmo”, dá forma à sua própria cosmologia, para a qual o único critério legítimo para a criação de valores é a vida, concebida como vontade de potência.

    • English

      Herberto Helder is a privileged heir of Nietzsche. Conversely, Nietzschean philosophy offers strong subsidies to the poet’s reading. This essay intends to make an inventory of a small fraction of this rich kinship. In order to show that Herberto Helder fulfills in the artistic plane the revaluation of all values that Nietzsche projects in the philosophical realm, the Helderian-Nietzschean notions of “error” and “rhythm” are examined, being shown that the poet invests his writing with both the critical vigor and the productive efficiency that distinguish the philosopher’s work. By the notion of “error”, Herberto Helder dismantles the moral foundation of Western values. By the idea of “rhythm”, the poet shapes his own cosmology, for which the only legitimate criterion for creating values is life, conceived as will to power.


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