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Autoetnografia, filhos e reflexividade científica: algumas questões metodológicas de uma investigadora que também é mãe

    1. [1] PUC-Rio
  • Localización: Livro de Atas do 8.º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa: 16 a 19 de junho 2019 / coord. por António Pedro Costa, Susana Oliveira e Sá, Paulo Alexandre de Castro, Dayse Neri de Souza, Vol. 3, 2019 (Atas - Investigação Qualitativa em Ciências Sociais/Investigación Cualitativa en Ciencias Sociales), ISBN 978-989-54476-5-7, págs. 18-27
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O objetivo deste artigo é enfrentar alguns pontos de vista relacionados à autoetnografia, à luz de um trabalho de campo realizado em 2018 em Portugal, a fim de estabelecer um diálogo com o método, concentrando a discussão em torno de um aspecto central para práticado etnógrafo: a reflexividade do pesquisador.Para tanto, busca-se uma descrição do método na obra de Ellis (1999), entre outros autores, ao mesmo em tempo que considera-se o contexto específico da investigação em questão, no qual não se contemplava a autoetnografia como caminho metodológico possível.A autoetnografia surge então como uma alternativa para que se incluam, na pesquisa, dados observados na vida privada da investigadora, os quais envolvem suas filhas adolescentes, o que suscita questões éticas e de resistência a serem discutidas.


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