El cambio climático hace tiempo paso de ser una opinión a un hecho. La crisis demanda acciones contundentes más allá de los actuales acuerdos gubernamentales, paliativos de la opinión pública que evaden las verdaderas causas de este fenómeno, por tanto, las ciudades deben modificar su pasividad al relegar las causas directas del cambio climático a factores externos. La producción agroindustrial, cuyo emplazamiento se encuentra en el sistema rural, ejemplifica perfectamente tal situación; es consecuencia de la masificación centralizada de un sistema de consumo urbano. Al respecto, se presenta desde el ordenamiento agroecológico, una propuesta para ordenar los territorios urbanos a partir de su tejido territorial, enfocada en la reconfiguración de las relaciones de poder en torno a los ciclos de abastecimiento agroalimentario y cómo estos desencadenan transformaciones culturales y ecosistémicas en la ciudad; permitiendo así, elaborar planes de acción escalables a nivel local, regional y global para hacer el frente necesario al cambio climático de forma colectiva.
A mudança climática, há muito tempo, deixou de ser uma opinião para um fato. A atual crise civilizacional exige ações vigorosas além dos atuais acordos governamentais, paliativos da opinião pública, evitando as verdadeiras causas desse fenômeno. As cidades, como atual centro de decisão política e consumo de massa, precisam modificar suas ações passivas para relegar as causas diretas das mudanças climáticas no exterior. O caso da produção agroindustrial exemplifica perfeitamente essa situação, cuja localização é no sistema rural, é uma conseqüência da massificação centralizada de um sistema de consumo urbano. O desenho de propostas em torno desse problema deve reconfigurar as atuais relações de poder na tomada de decisões e as capacidades de encontro e interação das interculturalidades presentes nos sistemas urbano e rural, em oposição a um elemento base na configuração de sociedade humana como é comida.Nesta ordem de idéias, é apresentada abaixo uma aposta da agroecologia para ordenar territórios urbanos com base em seu tecido territorial, como cidade e com a paisagem circundante da qual depende. A ordem agroecológica a ser discutida será focada na reconfiguração das relações de poder em torno dos ciclos de fornecimento de alimentos agroalimentares e, assim, desencadeiam transformações culturais e ecossistêmicas na cidade, permitindo a elaboração de planos de ação escaláveis, a partir do local, regional e global, para fazer da comunidade social a frente necessária à mudança climática.
Climate change a long time ago went from being an opinion to a fact. The current civilizational crisis demands forceful actions beyond the current governmental agreements, palliatives of public opinion, avoiding the true causes of this phenomenon. Cities, as the current center of political decision and mass consumption, must modify their passive actions to relegate the direct causes of climate change abroad. The case of agro-industrial production perfectly exemplifies such a situation, whose location is in the rural system, is a consequence of the centralized massification of an urban consumption system. The design of proposals around this problem should reconfigure the current power relations in decision-making and the capacities of encounter and interaction of the interculturalities present in both urban and rural systems, as opposed to a base element in the configuration of human society as is food.In this way, a bet from agroecology is presented below to order urban territories from their territorial fabric, with itself as a city and with the field on which it depends. The agroecological order to be discussed will be focused on the reconfiguration of the relationships around the agri-food production chain and how they are triggered by cultural and ecosystem transformations within the city, allowing the development of scalable action plans, from the local, regional and global, to make from the social community the necessary front to climate change.
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