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O colorismo em Alice Walker e a construção interseccional de feminilidades negras

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: Revista letras, ISSN 0100-0888, Nº. 105, 2022, págs. 140-161
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Alice Walker’s colorism and the intersectional construction of black feminilities
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Esse artigo objetiva compreender a relação entre diferentes tonalidades de pele negra e distintos processos de racialização discursivizados no texto “If the present looks like the past, what does the future look like?” (1982) da autora negra estadunidense Alice Walker, apontado por textos produzidos nas mídias negras brasileiras como referência para a definição de colorismo como “a diferença de tratamento entre pessoas negras baseada unicamente na cor da pele”. Para tal fim, abordo as diferenças entre as organizações raciais brasileira e estadunidense na relação com o processo de interpelação ideológica e de produção discursiva. As análises da obra de Alice Walker apresentadas demonstram a impossibilidade de compreender o colorismo por uma perspectiva racial que desconsidere os atravessamentos de gênero, classe e sexualidade que constroem feminilidades e masculinidades negras em contextos de histórico colonialista, o que impôs a necessidade de adotar uma perspectiva interseccional de análise discursiva

    • English

      This article aims to understand the relationship between different shades of black skin and different processes of racialization discussed in the text “If the present looks like the past, what does the future look like?” by the black American author Alice Walker, pointed out by the black Brazilian media as reference for the definition of colorism as the difference in treatment between black people based solely on skin color. To this end, I approach the differences between Brazilian and American racial organizations in the process of ideological interpellation and discursive production. The analysis of Alice Walker’s work demonstrates the impossibility of understanding colorism from a racial perspective that disregards the crossings of gender, class, and sexuality that build black femininity and masculinity in contexts of colonialist history, which imposed the need to adopt a perspective of an intersectional approach to discursive analysis


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