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texto pretende mostrar como e porque o filósofo alemão Jurgen Habermas, apesar de ser um crítico da filosofia da história e autor de um projeto de destrancendentalização da filosofia, ainda reconhece a necessidade de uma concepção filosófica da história para oferecer suporte e estímulo à práxis éticopolítica, e para tanto constrói uma teoria da evolução como uma reconstrução do materialismo histórico enquanto uma teoria pós-metafísica (pretensamente empiricamente demonstrável) à altura de uma razão comunicativa emancipatória.
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