Al hablar de Inclusión Educativa (IE), esta se atribuye únicamente al licenciado en educación especial y al trabajo con las personas con discapacidad (PcD); en algunos contextos, las acciones inclusivas de la IE se orientan a capacitar a los docentes para asumir la escuela inclusiva, sin embargo, se olvida y aísla de estas acciones transformadoras el rol que ejercen los habitantes primarios, los estudiantes. En este sentido, para esta investigación fue importante reconocer el papel del estudiante en los procesos de IE del municipio de Sopo-Cundinamarca, desde la apropiación y entendimiento de la alteridad y otredad, y la relación con el aprendizaje cooperativo. La investigación se ubica en el paradigma sociocrítico, con un enfoque de Investigación Acción, planteado por Jhon Elliot, (2000). La información recolectada contó con el consentimiento informado por parte de los participantes, que fueron 420 estudiantes de las Instituciones Educativas Departamentales (IEDs) la Violeta, Rafael Pombo y CEIS (Complejo Educativo Integral de Sopó). Se concluye, que los estudiantes reconocen las diferencias como cualidades del ser, configurando la construcción colectiva de una sociedad más inclusiva. De esta manera, se descentraliza los roles tradicionales que atienden los procesos de IE, entreviendo un espacio de participación colectiva como agentes de cambio y transformación.
When talking about Educational Inclusion (IE), this is attributed only to the teacher in special education and to the work with DcP; In some contexts, EI inclusive actions are aimed at training teachers to assume the inclusive school, however, the role played by the primary inhabitants, the students, is forgotten and isolated from these transformative actions. In this sense, for this research to recognize the role of the student in the EI processes of the municipality of Sopo-Cundinamarca, from the appropriation and understanding of otherness and otherness and the relationship with cooperative learning. The research is in the sociocritical paradigm, with an Action Research approach, proposed by Jhon Elliot, (2000). The information collected had the informed consent of the participants, who were 420 students from the IEDs la Violeta, Rafael Pombo and CEIS. It is concluded that students recognize differences as qualities of being, configuring the collective construction of a more inclusive society. In this way, the traditional roles that attend the EI processes are decentralized, envisioning a space for collective participation as agents of change and transformation.
Quando se fala em Inclusão Educacional (IE), isso é atribuído apenas à pós-graduação em educação especial e ao trabalho com PcD; em alguns contextos, as ações inclusivas da EI visam formar professores para assumir a escola inclusiva, porém, o papel desempenhado pelos moradores primários, os alunos, é esquecido e isolado dessas ações transformadoras. Nesse sentido, para esta pesquisa foi importante reconhecer o papel do aluno nos processos de IE do município de Sopo-Cundinamarca, a partir da apropriação e compreensão da alteridade e alteridade, e da relação com a aprendizagem cooperativa. A pesquisa situa-se no paradigma sociocrítico, com abordagem de Pesquisa-Ação, proposta por Jhon Elliot, (2000). As informações coletadas tiveram o consentimento informado dos participantes, que foram 420 alunos dos IEDs la Violeta, Rafael Pombo e CEIS. Conclui-se que os alunos reconhecem as diferenças como qualidades do ser, configurando a construção coletiva de uma sociedade mais inclusiva. Dessa forma, os papéis tradicionais que atendem aos processos de IE são descentralizados, vislumbrando um espaço de participação coletiva como agentes de mudança e transformação.
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