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Decolonizar a educação desde o tópos da terra e da coletividade nas filosofias de Rodolfo Kusch e Ailton Krenak

    1. [1] Instituto de Ensino e Assistência Social – IEAS. PR. Brasil
  • Localización: Aula: Revista de Pedagogía de la Universidad de Salamanca, ISSN 0214-3402, Nº 28, 2022 (Ejemplar dedicado a: Educación y decolonialidad: desafíos y posibilidades), págs. 189-202
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Descolonizar la educación desde el tópos de la Tierra y el Colectivo en los pensamientos de R. Kusch y A. Krenak
    • Decolonize the education from the tópos of Earth and Collectivity in the thoughts of R. Kusch and A. Krenak
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo es una reflexión crítica sobre el paradigma del pensamiento, lenguaje y métodos de la producción filosófica sudamericana, en línea, todavía, con una epistemología euro-anglocéntrica que retroalimenta, perpetúa e innova la colonialidad contemporánea, en detrimento del modus vivendi, de los temas y problemas peculiares de las diferentes culturas del continente. Para ese fin, comienzo discutiendo la hermenéutica de dos elementos considerados originales y perdurables en la vida de los sudamericanos: la ‘Tierra’ y la ‘Colectividad’, también formulada con el término ‘Estar’ en sustitución al ‘Ser’, que son abordados filosóficamente por dos pensadores sudamericanos, Rodolfo Kusch y Ailton Krenak. A pesar de pertenecer a diferentes épocas, estos pensadores afirman que la tierra y la colectividad, con sus significados y legados ancestrales, forman una resistencia irreductible y persistente a la occidentalización de las culturas marginales. A partir de la interpretación de este tópos: la tierra y la colectividad y sus significados, analizo críticamente aspectos de los principios educativos actuales y la urgencia de superar las colonialidades veladas que impregnan sus fundamentos, alineadas con preocupaciones mercantiles. Además, busco recuperar la perspectiva ética e intercultural de la convivencia, tanto entre los diversos pueblos como con las constelaciones de seres vivos, en contraposición al modelo usurpador de los recursos impuesto por el mercado global.

    • English

      This article presents a critical reflection on the paradigm of thought, language, and methods of South American philosophical production, interwoven with Euro-Anglocentric epistemology which feeds into, perpetuates and innovates, contemporary coloniality. Though to the detriment of the modus vivendi, these themes and peculiarities encompass the different cultures of the Continent. For this purpose, I begin by discussing the hermeneutics of two elements considered to be original and lasting in the lives of South American people: the ‘Earth’ and the ‘Collectiveness’, also formulated with the term ‘Estar’ in place of ‘Being’. Such concepts are examined philosophically through the works of Rodolfo Kusch and Ailton Krenak. Although belonging to different eras, the works of Kusch and Krenak collectively state that the earth and the collectiveness, with their ancestral meanings and legacies, form an irreducible and persistent resistance to westernization of marginal cultures. Based on the interpretation of this tópos: the earth and the collectiveness and their meanings, I critically discuss aspects of the current educational principles and the urgency to overcome the veiled colonialities that undermine its foundations. Furthermore, I try to recover the ethical and intercultural perspective of coexistence, both among peoples and with the constellations of living beings, as a counterpart to the source-usurping model imposed by the global market.

    • português

      O artigo é uma reflexão crítica sobre o paradigma do pensamento, da linguagem e dos métodos da produção filosófica sul americana, em linha, todavia, com uma epistemologia euro-anglocêntrica que retroalimenta, perpetua e inova a colonialidade contemporânea, em detrimento do modus vivendi, dos temas e das problemáticas próprias dos povos do continente. Para tal, partimos da hermenêutica de dois elementos considerados originários e perduráveis na vida dos povos sul americanos: a ‘Terra’ e a’ Coletividade’, formulados também com o termo ‘Estar’ em substituição ao ‘Ser’, os quais são abordados filosoficamente por dois pensadores, Rodolfo Kusch e Ailton Krenak. Apesar de pertencerem a diferentes épocas, eles enunciam que a terra e a coletividade, com os seus significados e legados ancestrais, formam uma irredutível e persistente resistência à ocidentalização das culturas marginais. Em base à interpretação deste tópos: a terra e a coletividade e seus significados, passamos a inferir criticamente sobre os princípios educacionais em curso e a urgência de superar as colonialidades veladas que pervadem seus fundamentos alinhados aos anseios mercadológicos, buscando, por fim, recuperar a perspectiva ética e intercultural de convivência, tanto entre os povos quanto com as constelações de viventes, como uma contrapartida ao modelo usurpador dos recursos, imposto pelo mercado global.


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